Terça, 19 Setembro 2017 13:40

Marido é considerado principal suspeito da morte de professora no RS

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Facebook/Facebook/Reprodução

César Luis Velho, de 53 anos, é considerado foragido da Justiça. Ele é apontado pela Polícia Civil como o principal suspeito da morte da catequista Elaine Maria Tretto, assassinada de forma brutal na noite de 31 de agosto. Velho é marido da vítima e, segundo o delegado Luiz Fernando Nunes da Silva, se trata de um feminicídio e a motivação seria passional.

Elaine Tretto"O casal enfrentava dificuldade conjugal, e ele não queria a separação. Há indícios que apontam também para motivação financeira. A casa inclusive já havia sido posta à venda", destaca o delegado, afirmando que a prisão preventiva de Velho foi decretada pela Justiça no último dia 13. "Já fomos em locais onde ele deveria estar, mas não conseguimos encontrá-lo. Então, ele segue foragido."

Velho deixou a cidade nos últimos dias. O filho, de 9 anos, segundo o delegado, está morando com um familiar fora de Estância Velha.

Crime brutal

Elaine foi torturada e estrangulada em plena aula de catequese que ministrava na capela do bairro Nova Estância. Com as chaves da única porta, o construtor teria aberto o local, rendido as vítimas e executado brutalmente a esposa. O delegado Luiz Fernando afirma que depois do crime ele ainda usou a chave que levava para trancar as vítimas dentro do local. “Ou o próprio marido ou um homem a mando do marido, mas tudo indica que foi o próprio marido. A casa deles era muito próxima da paróquia, estava com um capacete escuro e roupa de motoboy”, citou. As vítimas confirmaram à Polícia que em nenhum momento ele tirou o capacete escuro da cabeça.

Em duas semanas, região metropolitana tem pelo menos quatro casos de feminicídio

As alunas ficaram traumatizadas com os gritos da educadora. "Fiquem tranquilas, que não é nada com vocês", disse um deles, com arma em punho, para as alunas, antes da professora ser empurrada até o banheiro.

O delegado ainda aponta que o homem agiu sozinho. “Um só homem entrou, anunciou o assalto, amordaçou todos, arrastou a Elaine e a executou por enforcamento nas proximidades das outras mulheres. As testemunhas que ficaram amarradas só viram um homem, saiu uma versão errada que teria sido três homens, mas desde o início ficou claro que foi um só elemento”, ressalta.

Feminicídios no Estado

Feminicídio é o assassinato de mulheres por sua condição de gênero, considerado crime hediondo pela lei brasileira. Conforme dados da Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, em 2017 até o dia 3 de julho, o Estado registrou 40 feminicídios. Em 2016, foram 96.

Na região, entre 2012 e julho de 2017, ocorreram 72 casos. As cidades mais violentas para mulheres no período são Novo Hamburgo e São Leopoldo, com 12 registros cada.

 

JNH

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