Terça, 12 Junho 2018 19:55

Revista que publicou fotos de topless de Kate Middleton pode ser multada em 45 mil euros

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Procurador quer que publicação francesa receba multa máxima, de quase R$ 200 mil, por fotos feitas durante férias de casal real em 2012. Alegando 'violação grave de privacidade', príncipe e duquesa reivindicavam mais de R$ 6,5 milhões em processo. Kate Middleton conversa com Príncipe William durante casamento de Harry e Meghan Jonathan Brady/pool photo via AP O procurador do caso contra a revista francesa Closer, que publicou em 2012 fotos de Kate, a mulher do príncipe William da Inglaterra, fazendo topless, pediu nesta quarta-feira (13) que a publicação receba a multa máxima prevista por lei, equivalente a 45 mil euros (cerca de R$ 196 mil), em uma audiência de apelação.
A revista francesa de celebridades voltou ao banco dos réus para recorrer da multa à qual foi condenada a pagar por ter publicado em 14 de setembro de 2012 fotos que mostravam Kate e William à beira de uma piscina em uma luxuosa fazenda de Luberon, no sul da França. Na ocasião, a duquesa usava somente a parte de baixo do biquíni. O representante do Ministério Público, Marc Brisset-Foucault, argumentou ao tribunal de apelações de Versalles que a fotografia provocou um "dano absolutamente considerável" ao casal real. Estas fotografias feitas com lente teleobjetiva irritaram a família real britânica e os tabloides do país. Em um julgamento em setembro do ano passado, os diretores da revista foram condenados a uma multa de 45 mil euros (o valor máximo previsto por lei) e os dois fotógrafos que fizeram os cliques a 10 mil euros (cerca de R$ 43 mil) cada um. Ambos negam ter feito as polêmicas fotografias. A Closer foi a primeira revista a publicar essa foto, que depois foi divulgada em outras revistas europeias, como a Chi, na Itália e a Daily Star, na Irlanda. A revista teve que pagar 100 mil euros (R$ 430 mil) em perdas e danos depois que o casal abriu um processo reivindicando 1,5 milhão de euros (R$ 6,55 milhões) pelo o que alegaram ser uma "violação grave de sua privacidade".
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