Quinta, 09 Agosto 2018 12:46

Marielle: suposta atuação de deputados em assassinato é investigada

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iG São Paulo

São suspeitos de envolvimento na morte de Marielle Franco três deputados estaduais do MDB presos em novembro de 2017 por corrupção

Jorge Picciani (MDB), ex-presidente da Assembleia Legislativa do RJ, é suspeito de ser um dos mandantes da morte de Marielle Franco (PSOL)

Jorge Picciani (MDB), ex-presidente da Assembleia Legislativa do RJ, é suspeito de ser um dos mandantes da morte de Marielle Franco (PSOL)

Foto: Reprodução/TV Globo

Ex-policiais, milicianos e um vereador carioca, Marcello Siciliano (PHS), já foram apontados pelos investigadores do assassinato de Marielle Franco (PSOL) e Aderson Gomes como possíveis mandantes e executores do crime.

Surgiram novos indícios, contudo, de que escalões mais altos estariam também envolvidos na morte da vereadora.

Leia também:Vereador está por trás da morte de Marielle Franco (PSOL), diz testemunha

Os deputados estaduais do Rio de Janeiro Paulo Mello, Edson Albertassi e Jorge Picciani, este ex-presidente da Câmara, todos do MDB, estão sendo investigados pela Polícia Civil por supostamente estarem por trás da ordem de execução de Marielle.

Presos desde novembro de 2017 por casos de corrupção envolvendo uma máfia de empresas de ônibus na capital fluminense, Picciani, Mello e Albertassi teriam agido, de acordo com esta linha de investigação, para se vingar do PSOL, partido que há anos combate a liderança emedebista no estado e que foi um dos principais responsáveis por levá-los à prisão.

A intenção, neste caso, seria atingir Marcelo Freixo (PSOL), deputado estadual e padrinho político da vereadora assassinada em 14 de março deste ano.

Leia também:Ministro cita "envolvimento de agentes do Estado e políticos" no caso Marielle

Foi o próprio Freixo quem relatou, à revista Veja, que os delegados trabalham com a hipótese de que os deputados do MDB estariam envolvidos no crime. Cinco meses após o assassinato da psolista, a polícia ainda não conseguiu desvendar sua morte.

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, já havia afirmado na quarta (8) que a "complexidade" em torno da morte da vereadora e do motorista que estava com ela Anderson Pedro Gomes, se dá pois "envolve agentes do Estado".

Jungmann pediu paciência para as apurações e disse estar confiante que os responsáveis pela morte de Marielle serão punidos. "Você tem a necessidade de estabelecer a autoria, digamos assim, intelectual [do crime], obter e coligir provas pra isso. Então essa é a dificuldade que se tem. Já foram citados políticos, já foram citados membros de milícias e agente públicos também. Apenas o que dificulta é a necessidade de você fazer a comprovação de tudo isso. Mas vai chegar a hora da justiça e eu tenho certeza que nós vamos punir os responsáveis pela morte da Marielle”, disse.

Leia também:Viúva de Marielle Franco conta que foi perseguida e ameaçada de morte

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