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Alunos do Curso Técnico da Escola Estadual de Ensino Médio Pedro Meinerz, de Santa Rosa, iniciaram o ano letivo de 2018 colhendo frutos de um projeto inédito e de repercussão nacional. Eles criaram uma perna mecânica adaptável, de baixo custo e que melhor se ajusta ao solo. Todos os anos, o curso convida os alunos a desenvolverem um projeto inovador e de baixo custo, acessível à comunidade.

A prótese mecânica foi criada na chamada Sala de Invenções. O estudante André Pacoff, do curso técnico, foi a inspiração do projeto. Ele perdeu parte da perna em um acidente de trânsito há 15 anos e, desde então, tem pensado em meios alternativos de voltar a andar. Ao lado de Avelino Dietriech e Nelson de Oliveira Filho, transformou o problema numa solução para ajudar outras pessoas.

Diferente dos modelos convencionais testados por André, que são finalizados em madeira, a nova prótese de fibra de carbono e inox é mais eficiente no chão e pode ser desenvolvida por um valor abaixo do encontrado no mercado, cerca de R$ 1.700.

O resultado do trabalho demorou um ano e já ganhou várias premiações. Com a ideia, o grupo foi campeão da Mostra Estadual de Educação Profissional e segundo lugar na Feira Internacional de Encarnación, no Paraguai. Em 2018, os alunos receberam convite para participarem do Festival de Ciência Internacional de Edimburgo, na Escócia, que ocorre de 10 a 15 de abril. Também receberam credencial para feira no México.

Conquista comunitária

A diretora da escola, Elaine Deloss, e a professora que acompanhou o desenvolvimento do projeto, Vania Brun, agradeceram o reconhecimento que a instituição tem recebido. Para elas, a conquista é de toda a comunidade por acreditar em seus docentes e, principalmente, no potencial dos alunos.

 

Tayná Schutz/Seduc

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Os alunos da rede estadual da cidade de Vanini, no Norte do Rio Grande do Sul, terminaram 2017 com o desafio de olhar para a própria realidade e pensar em projetos com utilidade para o dia a dia no campo. Como a maioria deles é filho de agricultores, as ideias desenvolvidas na feira de ciências da escola Cônego Josué Bardin precisavam ter relação com atividades do campo.

O estudante Willian Brendo Fagundes, por exemplo, desenvolveu um sistema de irrigação para plantação de pêssego. O equipamento evita que o agricultor precise ligá-lo e desligá-lo a cada processo, ou conferir a umidade do solo após a irrigação.

“Então esse projeto vai automatizar isso, vai verificar umidade, se tiver porcentagem boa vai desligar, se tiver numa baixa porcentagem, vai ligar a bomba para irrigar. E tu não vai precisar estar toda hora lá junto, a não ser que queira coletar dados de umidade e temperatura. Daí tem um módulo e vai ter todas as informações num aplicativo”, explica.

Foram 12 projetos desenvolvidos ao todo. Alguns são ideias iniciais, outros protótipos, mas há também aqueles que a ideia deu tão certo que já pode ser comercializada. É o caso do descascador de nozes. Embora manual, não exige muita força e o mais importante: não esmaga o fruto.

“É um projetinho básico, feito com custo muito baixo, feito para facilitar a vida de quem vai usar o produto. Não parece, mas de repente está fazendo um bolo, uma receita e vai sofrer para quebrar elas (nozes). Aqui pode quebrar mais de uma por vez”, conta o estudante Ueslen Zabot.

Pensando em quem trabalha com produtos coloniais, surgiu um batedor que pode mexer chimia e até preparar sabão.

“Acredito que vai ajudar muito o pessoal e a população pelo fato de que hoje tu vai fazer uma chimia ou um sabão, o sabão é perigoso e a chimia tem que ficar mexendo muito, é cansativo. Então é um projetinho com custo benefício baixo que vai ajudar muito a população”, compartilha a estudante André Tibola.

Quem já foi aluno e hoje trabalha na área de negócios sabe o quanto ideias como essas podem ser bem-sucedidas. O empreendedor Rubens Meneguzzo analisa:

“(…)Nossos comércios no interior que a gente visita, tem muita necessidade, tem muita demanda de desenvolver novas tecnologias. Nosso país é um país muito rico com grandes capacidades tecnológicas, só que o que a gente precisa é botar essas necessidades. Ver a solução que tem lá, buscar um problema, resolver esse problema”.

O objetivo é expandir o projeto que premia as melhores invenções para outras cidades. Além disso, a partir deste ano, a feira vai ser incorporada ao currículo escolar. Assim, os alunos terão maior espaço para explorar a criatividade.

“Com certeza, vamos oferecer em outros anos. Hoje só ensino médio, mas provavelmente no próximo ano abertura paro fundamental também e pra outras classes”, comenta a diretora da escola Cônego Josué Bardin, Salete Oro.

 

G1 RS

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O número de matrículas no ensino fundamental (1º ao 9º ano) nos colégios públicos brasileiros caiu em relação ao ano passado. Já nas creches e na pré-escola, subiu, de acordo com o Censo Escolar da Educação Básica 2017.

A quantidade de alunos matriculados no ensino fundamental neste ano diminuiu 1,7% em relação a 2016 – passou de 22.419.989 alunos para 22.056.515. No ensino médio, a queda foi de 2,9% – de 6.878.762 matrículas no ano passado para 6.682.515.

Apesar de haver essa redução no número de estudantes matriculados na última etapa da educação básica, o ensino integral cresceu no setor público. Em 2016, 5,95% dos alunos do ensino médio estudavam no período estendido. Neste ano, a taxa subiu para 7,49%. Esse é, inclusive, um dos objetivos do MEC (Ministério da Educação) na reforma do ensino médio.

Creches e pré-escola

Sobre as creches, o Censo mostra que o número de matrículas nas escolas públicas cresceu 6,4% entre 2016 e 2017 – foi de 2.068.682 para 2.209.782 alunos. Os colégios municipais continuam concentrando o maior número de matriculados nessa etapa: 99,8%.

Na pré-escola, também houve aumento no número de matriculados (2,6%). Em 2016, haviam 3.772.990 crianças nas escolas públicas e, em 2017, o índice subiu para 3.872.765. Todos os anos, o total de matrículas precisa ser divulgado pelo governo por ser a base para o repasse de recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) e para a execução de programas na área da educação.

O número de matrículas na EJA (Educação de Jovens e Adultos), na modalidade presencial, aumentou 4% – de 2.811.939 de alunos em 2016 para 2.928.958 para 2017.

Ensino fundamental

Em 2016, cerca de 66,3 milhões de brasileiros de 25 anos ou mais de idade (ou 51% da população adulta) tinham concluído apenas o ensino fundamental. Além disso, menos de 20 milhões (ou 15,3% dessa população) haviam concluído o ensino superior.

A desigualdade na instrução da população tem caráter regional: no Nordeste, 52,6% sequer haviam concluído o ensino fundamental. No Sudeste, 51,1% tinham pelo menos o ensino médio completo.

Ainda entre a população com 25 anos ou mais, no Brasil apenas 8,8% de pretos ou pardos tinham nível superior, enquanto para os brancos esse percentual era de 22,2%. O nível superior completo era mais frequente entre as mulheres (16,9%) do que entre os homens (13,5%).

A taxa de analfabetismo no País foi de 7,2% em 2016 (o que correspondia a 11,8 milhões de analfabetos), variando de 14,8% no Nordeste a 3,6% no Sul. Para pessoas pretas ou pardas, essa taxa (9,9%) correspondia a mais do que o dobro das pessoas brancas (4,2%).

Entre as pessoas de 60 anos ou mais de idade, a taxa de analfabetismo chegou a 20,4%, sendo 11,7% para os idosos brancos e 30,7% para os idosos pretos ou pardos.

 

O Sul

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A professora Andrea Nicole Baber, de 29 anos, foi presa na última sexta-feira (15) sob a alegação de ter feito sexo com um de seus alunos. Segundo informações do jornal The News-Review , a mulher lecionava em uma escola cristã de Springfield, no estado americano do Oregon.

Baber é acusada de estupro por manter relações sexuais com um de seus alunos de 15 anos de idade. A polícia acredita que o "envolvimento" dos dois começou em 2016 e se manteve até o final deste ano, quando o marido dela flagrou os dois fazendo  sexo  no último dia 5 de dezembro.

A primeira denúncia do caso aconteceu após o pai do aluno em questão receber um e-mail anônimo, no qual era questionado se sabia que seu filho adolescente estava em um relacionamento com Baber. Em anexo, foram enviadas diversas fotos dos dois, juntos, em uma cama.

Ex- professora no colégio cristão Logos Christian Academy, a mulher foi presa sob as alegações de estupro de terceiro grau, sodomia de terceiro grau, contribuição para delinquência sexual de um menor de idade, corrupção sexual online de um menor e também por oferecer maconha para uma pessoa com menos de 18 anos.

Professora substituta

Esta não foi a primeira vez que escolas americanas se envolveram em escândalos sexuais. A professora Loryn Barclay, de 24 anos, por exemplo, foi presa em junho, acusada de transar com um de seus alunos . A americana trabalhava em uma escola em Monett, no Missouri, e agora enfrenta duas acusações referentes ao abuso sexual.

Segundo o portal The New York Post , o envolvimento de Barclay com um aluno de 17 anos começou a ser investigado em abril, quando o policial Jay Jastal, que trabalha no colégio Monett High School, recebeu informações de que os dois estariam envolvidos.

Depois de pagar a fiança de 25 mil dólares em Lawrence, ela foi liberada – mas ainda precisa pagar pelos 10 mil dólares que o governo estabeleceu, além de comparecer às audiências marcadas para o mês de julho.

Contratada na Monett High School em meados de setembro de 2016, Barclay trabalhava como professora substituta, mas, desde que foi descoberta fazendo sexo com um dos alunos, foi dispensada pela administração do colégio.

 

iG

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Foto: O Diário

Um caso atípico foi registrado na Delegacia de Polícia de Dois Irmãos. Dois alunos da rede municipal de ensino levaram brigadeiro com maconha para dentro da escola e ofereceram para colegas durante uma festa de confraternização de final de ano. O caso chegou ao conhecimento da Polícia Civil na quarta-feira passada, dia 13. O caso foi descoberto depois que um dos garotos compartilhou o doce com colegas do 6º ano e quatro deles – dois meninos e duas meninas - ingeriram.

No mesmo dia, o caso foi registrado pela técnica de apoio pedagógico da escola na Delegacia de Polícia Civil. O material foi apreendido e encaminhado para exames periciais. Os dois garotos, de 13 e 15 anos, já foram ouvidos, acompanhados pelos pais. “Eles confessaram ter misturado cerca de 9 gramas de maconha no doce. Relataram que viram um vídeo no YouTube e decidiram fazer”, contou um policial civil. Durante depoimento, os dois adolescentes confessaram serem usuários da droga desde o início do ano.

 

O Diário

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Foto: Reprodução

Uma professora casada de Medellín, Colômbia, foi presa após acusações de que transava com alunos menores de idade e, em troca, dava notas boas a eles. O crime foi descoberto após um dos pais ter visto os textos e as imagens trocados entre ela e o filho. Ao perceber do que se tratava, denunciou a docente à polícia.

Segundo a emissora Canal 4, a professora utilizava uma tática para atrair os alunos, que tinham entre 16 e 17 anos. Nas redes sociais, ela adicionava os estudantes como amigos e, em seguida, pedia o telefone deles. Momentos depois, dizia que ia “ajudá-los com os estudos”.

Por meio do WhatsApp, a professora mandava fotos apenas de calcinha e sutiã ou biquíni. Algumas vezes, ela cobria as partes íntimas com as mãos ou bichinhos de pelúcia.

Após a denúncia, vários alunos resolveram falar sobre o caso e postaram a seguinte mensagem nas redes sociais: “Essa é a professora Yokasta. Ela nos disse que nos reprovaria se não tivéssemos relações com elas”. Além do texto, publicaram fotos da docente. Yokasta está presa, e o marido dela já pediu o divórcio. A escola não se pronunciou sobre o caso.

 

Metrópoles

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