Brasileiros não se feriram e passam bem. Fotos: WhatsApp/TP News

 

Quatro moradores de Três Passos envolveram-se em um grave acidente de trânsito com nove veículos, que resultou em pelo menos 16 feridos, na manhã de quinta-feira, 11, no Paraguai. O veículo de Três Passos, uma Toyota Hilux, também foi atingido por uma carreta desgovernada, no km 45 da Rota 2, quando passava pelo local onde horas antes havia ocorrido outro acidente. As informações são de um site local.

 “Nós estávamos passando a alguns quilômetros da sede da Conmebol, onde tinha havia ocorrido outro acidente, estava trancada a pista com muitos carros, quando veio a carreta sem freio passando por cima de todo mundo, batendo e atirando carro pra todo o lado”, disse um dos brasileiros no WhatsApp.

Entre os feridos, sete crianças foram resgatadas entre as ferragens por bombeiros voluntários. Os quatro brasileiros escaparam ilesos e devem retornar neste sábado, 13, a Três Passos. Há informação de mais um veículo brasileiro atingido pela carreta, também sem feridos.

 

 

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Cinco em cada dez brasileiros adultos não frequentaram a escola além do ensino fundamental, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua): Educação, divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A conta leva em consideração pessoas de 25 anos ou mais de idade, porque já poderiam ter concluído o processo regular de escolarização. No Brasil, 51,0% da população de 25 anos ou mais de idade possuía o ensino fundamental completo ou equivalente; 26,3% tinham o ensino médio completo ou equivalente; e 15,3%, o superior completo.

Em 2016, o número médio de anos de estudo para essa faixa etária foi de 8,0 anos. No Nordeste, apenas 6,7 anos. Com relação à cor ou raça, mais uma vez a diferença foi considerável, 9,0 anos de estudo para as pessoas brancas e 7,1 anos para as pessoas de cor preta ou parda.

"As pessoas brancas historicamente sempre tiveram mais acesso a educação. A questão do rendimento é muito importante. O rendimento das pessoas brancas é historicamente muito maior, então eles acabam tendo mais oportunidade", justificou Helena Monteiro, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.

O Plano Nacional de Educação instituído pela Lei n. 13.005, de 2014, estabelece como uma das metas para 2024 que a escolaridade média da população de 18 a 29 anos alcance 12 anos, no mínimo, para alguns grupos mais vulneráveis, entre eles as pessoas pretas ou pardas e a população da Região Nordeste. Além disso, a meta estipula a igualdade da escolaridade média entre as pessoas pretas ou pardas e as pessoas não pretas ou pardas.

Em 2016, no grupo de 18 a 29 anos, o número médio de anos de estudo foi de 9,4 anos para a Região Nordeste e de 9,6 anos para as pessoas pretas ou pardas. Por outro lado, entre as pessoas brancas de 18 a 29 anos, a média alcançou 11,0 anos de estudo. A Região Sudeste apresentou a maior média de escolaridade entre as Grandes Regiões, 10,7 anos. "Os dados refletem muito as diferenças tanto regionais quanto históricas no País", ressaltou Marina

Quando o corte etário é ampliado para 25 anos ou mais, as Regiões Norte e Nordeste registraram os maiores porcentuais de pessoas sem nenhuma instrução (14,5% e 19,9%, respectivamente). As maiores proporções de nível superior completo ocorreram nas Regiões Centro-Oeste (17,4%) e Sudeste (18,6%). Na região Nordeste, 52,5% da população não alcançaram o ensino fundamental completo, ao passo que na Região Sudeste 51,1% tinham pelo menos o ensino médio completo.

Considerando a cor ou raça, as diferenças no nível de instrução se mostraram ainda maiores: enquanto 7,3% das pessoas brancas não tinham instrução, 14,7% das pessoas pretas ou pardas estavam nesse grupo. No nível superior completo, ocorreu o fenômeno oposto: 22,2% das pessoas brancas tinham terminado a graduação, mas entre as pretas ou pardas a proporção era de 8,8%.

 

CP

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A indústria da moda quadruplicou durante a última década no Brasil. Por um lado, isso resultou em mais empregos, opções e gente com conteúdo entrando no mercado. Por outro, o segmento fashionista é o segundo mais poluente – ficando atrás apenas do setor petrolífero.

Pensando na questão ambiental, empresas antigas estão modificando suas formas de produzir, e novas marcas surgem promovendo o consumo sustentável. Tudo isso é impulsionado pelos clientes que cobram uma maior preocupação com o meio ambiente e sentem a necessidade de adotar comportamentos menos consumistas.

A verdade é: o comprador de hoje quer saber a origem do produto que está levando para casa. E não é só isso. O local onde a roupa foi fabricada e as relações de trabalho envolvidas nesse processo também são importantes.

Marco Lobo, coordenador de Design do Senai Cetiqt – principal centro formador de mão de obra para a cadeia têxtil e de confecção do país –, comenta sobre como isso projeta o Brasil no exterior.

“Temos uma riqueza cultural incrível em termos de fibras e novos materiais. Em nossos laboratórios, trabalhamos para testar a aplicabilidade desses recursos. O país já está sendo apontado como polo de produtos inteligentes, simples e verdes. Esse é o gancho para a indústria perceber que a conscientização vende”, diz.

A sustentabilidade vem se tornando uma grande ferramenta no aumento das vendas, não só pelas vantagens trazidas para a sociedade, mas pelo valor agregado ao produto. O maior empecilho a essa tendência é a percepção de que ela é cara – ideia de consumidores mais tradicionais.

“Brasileiros, em geral, percebem a necessidade, a questão do verde, do sustentável, mas, muitas vezes, não querem pagar por essa diferença. A melhor forma de sensibilizar esse consumidor é fazê-lo enxergar como o consumo inconsciente afeta a sua vida e o seu entorno. É fazê-lo se sentir incluído no processo, entendendo que ele vai, efetivamente, ajudar outras pessoas e ver mudanças ao seu redor. Um exemplo disso é quando uma marca ajuda uma comunidade inteira, treinando e recrutando moradores para trabalharem na produção de suas peças”, explica Marco.

 

Metrópoles

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Pesquisa realizada em 38 países pelo instituto britânico Ipsos Mori aponta o brasileiro como o segundo povo com o menor conhecimento de sua própria realidade. O país só foi superado pela África do Sul. Nas demais posições vieram, Filipinas, Peru e Índia. Na outra ponta, os mais bem situados foram Suécia, Noruega, Dinamarca, Espanha e Montenegro.

Intitulada "Os Perigos da Percepção", a sondagem apresentou, nos 38 países, perguntas sobre temas como segurança, imigração, saúde, religião, tecnologia, consumo de álcool, entre outros.

Para Rafael Araújo, professor de História do Instituto Federal de Sergipe (IFS), a pesquisa mostra dois lados da mesma moeda. Apesar de ser reconhecido como um povo alegre, descontraído e acolhedor, o brasileiro tem uma visão amarga de sua realidade. Às vezes superestimada.

"Acho o brasileiro muito negativo. A Síndrome de Vira-Lata ainda está enraizada no brasileiro, que esquece muitas vezes que países considerados mais desenvolvidos também têm problemas. O brasileiro muitas vezes se apega muito aos problemas do país e esquece que os outros também têm. A pesquisa retrata muito isso. Além disso, nos últimos tempos essa percepção negativa da realidade brasileira se aguça", analisa o professor.

Na enquete feita no Brasil, quando indagados sobre quantas garotas entre 15 a 19 anos engravidam, o percentual de respostas foi 48%, quando os dados oficiais mostram apenas 6,7%. O cálculo de percentual de pessoas com smartphones foi estimado em 85%, quando o número real é 38%. Em relação ao número de estrangeiros que compõem a população carcerária, a resposta dos brasileiros foi 18%, quando na realidade é apenas 0,4%.

Para o professor do IFS, o brasileiro muitas vezes desconhece dados importantes e positivos do país, que é uma das dez maiores economias do mundo, tem um excelente nível de pesquisa tecnológica, reconhecimento internacional quanto à qualidade do ensino superior, entre outros. Segundo Araújo, o brasileiro tem uma dificuldade de ver coisas positivas no país. Ele ressalva, porém, que também em outros países as pessoas também têm dificuldade em conhecer suas próprias realidades.

A sondagem da Ipsos apontou, por exemplo, que, no exterior, a maioria dos entrevistados acredita que as mortes provocadas por atos terroristas são maiores hoje do que nos últimos 15 anos, o que não é verdade. Na parte mais amena da pesquisa, mais visões equivocadas. Quando indagados sobre qual país ostenta o maior consumo de álcool no mundo, a maioria apontou a Rússia, que está apenas no sétimo lugar do ranking mundial, liderado pela Bélgica. A sondagem, na Bélgica, porém, mostrou que nem os belgas sabem disso.

Um outro dado interessante da pesquisa é que os entrevistados mais sem noção da realidade são justamente aqueles com maior confiança em suas capacidades de percepção. A Índia, por exemplo, aparece em quinto lugar na sondagem dos mais equivocados, embora 38% dos entrevistados garantiram ter confiança na correção das respostas. Para Araújo, esse é um problema não só do Brasil, mas mundial, provocado pelo excesso de informação em tempo real que circula hoje no mundo.

"Esse é um ponto importante, e vou resgatar o sociólogo (polonês) Zygmunt Bauman. Vivemos numa sociedade de informação onde somos bombardeados o tempo todo com novidades. A toda hora é uma pesquisa, um dado, o que gera uma contradição com nossa própria capacidade de apreensão, que não é proporcional à quantidade de informação. A pesquisa pode ter refletido isso também", finaliza Araújo. Com informações do Sputnik.

 

Notícias ao Minuto

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Demógrafos deixaram de contar só os anos desde o nascimento, antropólogos veem uma reinvenção da velhice, valores que valiam antes hoje não têm mais valor, e pergunte aos brasileiros com que idade ficamos velhos: as respostas vão de 14 a 130 anos.

Na média, segundo a população, a velhice começa aos 64. Com tamanha amplitude de números, convém também olhar o que aparece no meio (mediana), que é 60.

A cada 10 pessoas, porém, 1 delas não sabe dizer quando é que envelhecemos.

“Existe uma ‘descronologização’ da idade”, observa a professora de antropologia da Unicamp Guita Grin Debert. A fatia acima dos 60 anos abriga “grande diversidade econômica, sociocultural e, principalmente, de autonomia, que tem a ver com capacidade e não com idade”.

O próprio significado da faixa etária precisa ser ajustada a cada época, defende uma corrente de demógrafos voltada à formulação de políticas públicas.

Nos cálculos de Sergei Scherbov, diretor de demografia do Iiasa (International Institute for Applied Systems Analysis) e um dos principais especialistas mundiais em medida de populações, os 60 podem ser os novos 50.

Em vez de contar o número de anos já vividos, Scherbov olha para quantos anos de vida ainda falta viver.

Para um australiano de 62 nos anos 2000, seriam mais 19 anos e meio. Em 1950, para ter a mesma sobrevida, teria que ser oito anos mais novo. “Tratar do envelhecimento com base apenas na idade cronológica é incompleto e inadequado”, diz Scherbov.

Velhos jovens

O que os demógrafos estão fazendo é dar novo significado ao fato de que, na maioria dos países, há cada vez mais gente vivendo cada vez mais.

No Brasil do ano 2000, por exemplo, havia 9,7 milhões de brasileiros com 65 anos ou mais, e eles eram menos de 6% da população. O número dobrou para 17,6 milhões em 2017, e a fatia superou 8%.

Em 2030, 30 milhões de brasileiros (ou 13% do total) estarão acima dos 65 anos, na estimativa do IBGE.

Sinal de que o País está cada vez mais velho? Para quem conta anos já vividos, sim.

Mas, para quem olha a vida que resta, a juventude e a maturidade se alongam, e haverá mais gente ainda ativa.

Na média, os brasileiros já se consideram jovens até os 37 anos, mas essa faixa fica cada vez mais elástica e chega aos 47 nas respostas das mulheres com mais de 60.

Entre idosos escolarizados, a régua sobe para 51 anos, e 19% dizem que só se perde a juventude após os 60 anos.

Otimismo feminino

É uma nova perspectiva que já se confirma na prática, diz Guita Debert. “Há algumas décadas, a mulher de 40 anos era considerada velha e vivia como velha. Hoje desfruta a vida.”

Na pesquisa Datafolha, idosas afirmam que a velhice só começa após os 69 anos.

Não é à toa que os estudos mostram os idosos com níveis de felicidade semelhantes aos de jovens de 20 anos.

“Eles usufruem da liberdade individual e têm a vantagem sobre os mais jovens de perceber que não são escravos da opinião alheia”, diz o filósofo Luiz Felipe Pondé.

A pesquisa Datafolha mostra que, de fato, os maiores de 60 anos estão satisfeitos com sua idade e aparência.

Com a mudança de comportamento, o idoso se transformou em alvo para produtos, serviços e ideias.

“Mas para os que não são consumidores e estão fora da cadeia produtiva e narrativa, a situação hoje é pior do que antes”, ressalva Pondé.

Guita chama a atenção para o fato de que as políticas atendem aos “idosos jovens”: ginástica, dança, atividades variadas, praia. “Mas há uma precariedade muito grande para quem perdeu a autonomia. Não há soluções públicas de hospedagem e acolhimento para ‘idosos velhos'”.

Sem idade

A tendência de chegar aos 50, 60 ou 70 sem sentir o “peso dos anos” nem se identificar com os clichês da terceira idade tem recebido várias etiquetas. Foi apelidada de movimento “ageless” (sem idade, em inglês): pessoas cuja identidade é mais social que cronológica.

“Somos pessoas relevantes de todas as idades, que vivem o tempo presente, sabem o que acontece no mundo, estão em dia com a tecnologia e têm amigos de várias gerações”, escreveu a diretora criativa norte-americana Gina Pell ao cunhar outro termo para o grupo: “perennials” (perenes, em inglês).

Ativos e criativos, curiosos e colaborativos, os perennials mantêm certo gosto pelo risco, sem perder o lastro da maturidade, a partir da qual se tornam mentores dos amigos mais novos. Confiantes, aceitam a passagem do tempo e assumem seus efeitos sem muitos disfarces.

 

O Sul

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Na última semana, dois brasileiros foram detidos armados e embriagados na cidade argentina de El Soberbio, cidade que faz divisa com Tiradentes do Sul.

Jonas W., de 39 anos, e Cristian G., de 31, estavam com aparentes intenções ilícitas, segundo a policia. Ambos estavam alcoolizados e portavam um revólver calibre 32 com 4 cartuchos.

Eles foram detidos por porte ilegal de arma de fogo. Um veículo VW Gol Power foi apreendido junto com a dupla. As informações são do site San Vicente Informa.

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