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Um bebê que nasceu com o coração fora do peito superou as expectativas, sobreviveu às cirurgias para resolver o problema e agora se recupera dos procedimentos no Reino Unido. O parto de Vanellope Hope Wilkins ocorreu há três semanas. A menina não tem o esterno, osso que compõe a caixa torácica, onde fica o coração e o pulmão.

Sua condição, conhecida como ectopia cordis, é extremamente rara, com apenas alguns poucos casos registrados a cada 1 milhão de nascimentos – a maioria deles natimortos. O hospital Glenfield, em Leicester, na região central do país, onde a bebê está internada, disse desconhecer casos no Reino Unido em que um recém-nascido com este mal tenha sobrevivido.

Seus pais, Naomi Findlay, de 31 anos, e Dean Wilkins, de 43 anos, dizem que a menina foi uma “verdadeira guerreira”. “Quando o ultrassom mostrou seu coração fora do peito, foi um choque. Deu muito medo, porque não sabíamos o que aconteceria”, diz a mãe.

Um teste mostrou que não havia nenhuma anormalidade nos cromossomos do bebê, e o casal decidiu prosseguir com a gravidez. “Fomos aconselhados a interromper a gestação, já que as chances de ela sobreviver eram quase zero. Ninguém acreditava que ela conseguiria, a não ser nós dois”, afirma o pai.

Naomi diz que “não era capaz” de fazer o aborto. “Vi seu coração batendo com apenas nove semanas de gestação, não importa onde. De certa forma, sua força me ajudou a seguir em frente.”

 

O Sul

Publicado em MUNDO

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São quase 40 mil pessoas, e o tempo de espera em alguns casos chega a oito anos, tornando o Rio Grande do Sul o quarto estado no país com mais pacientes na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para passar por cirurgias eletivas, aquelas que não são urgentes. As informações são do G1 RS.

A maior demanda nos hospitais gaúchos é pela cirurgia de catarata. Gravataí, na Região Metropolitana, lidera o ranking de espera, com mais de 7,3 mil pacientes. Logo atrás vem Porto Alegre (1,9 mil pacientes), Pelotas (1,7 mil) e Canoas (1,6 mil).

Em todo o país, são 904 mil. Os dados são de levantamento do Conselho Federal de Medicina feito em 16 estados e 10 capitais, a partir da Lei de Acesso à Informação. O ministro da saúde, Ricardo Barros, admitiu o problema e afirmou que a fila é resultado de má gestão.

 

Em nota, a Secretaria Estadual da Saúde garantiu que até o fim de dezembro será realizado um mutirão, em parceria com o Ministério da Saúde para realizar aproximadamente 15 mil cirurgias não urgentes. 

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