Foto: Reprodução

A depressão é uma doença muito forte e que afeta muitas pessoas diferentes. Não importa idade, raça, classe social, todos estão sujeitos a esta doença, que é grave e pode até matar.

Além de ser um companheiro amoroso e muito fiel, ter um cachorro pode ajudar de inúmeras maneiras pessoas que estão sofrendo com a depressão, inclusive fazendo com que elas passem a se sentir bem novamente.

Veja algumas das formas como os cães podem ajudar aqueles que sofrem com a depressão:

1 – Manter a rotina

Os cães precisam e gostam de ter uma rotina e fazer tudo nos mesmos horários, como alimentação, brincadeiras e exercícios. Para os humanos também é muito importante ter uma rotina e manter uma boa rotina para o seu animal pode te ajudar a melhorar a sua própria. E manter uma rotina com afazeres pode ajudar a acelerar a recuperação de quem está com depressão.

2 – Exercícios

Os cães precisam de exercícios diários para manterem sua saúde física e mental em dia. Levar o seu animal para fazer uma caminhada já é uma ótima forma de você também se exercitar, e em ótima companhia. Dê preferência para os exercícios ao ar livre e horário propício para pegar um sol, pois, além da atividade física em si, receber um pouco de Vitamina D todos os dias também trará efeitos positivos para a sua saúde.

3 – Reduzir a ansiedade

Já é comprovado que, além de ajudar a reduzir a pressão arterial, animais de estimação ajudam a reduzir os níveis de ansiedade nos humanos. Fazer carinho em um cão é uma coisa que relaxa a eles e também a nós. Além disso, conversar com eles, que nos escutam sem nos interromper ou criticar, também é uma ótima forma de desabafar e de distração.

4 – Socialização

Ao levar seu cão para fazer caminhadas ou brincar no parque, a probabilidade de encontrar outros apaixonados por pets é sempre muito grande. Isso dá a oportunidade de conversar com as pessoas e até de conhecer gente e animais novos. Como as pessoas com depressão costumam se isolar, essa socialização é muito importante para a recuperação.

5 – Fonte de amor

Além de tudo o que os cães podem fazer por todos nós, eles são uma incrível e maravilhosa fonte de amor e companheirismo. Eles nos dão muito amor incondicional e conseguem fazer todos os que vivem a sua volta se sentirem muito amados, o que é essencial para aqueles que estão com depressão. Solidão e depressão costumam andar bem próximas e ter um cachorrinho é uma ótima forma de combater a solidão, o que pode ajudar a melhorar os sintomas da depressão.

 

Portal do Dog

Publicado em BICHOS

Foto: Reprodução

Aos 17 anos, o peso da vida adulta caiu sobre os ombros de Giulianny Barros. Ela se tornou mãe e, por conta de uma má-formação pulmonar no bebê, precisou ficar bastante tempo acompanhando a internação do filho. Nesse período, o pai do recém-nascido não cooperava com os cuidados, além de trair e agredir a jovem. Giulianny assumiu todas as responsabilidades sozinha e não deixava transparecer que precisava de ajuda psicológica. Foi aí que recebeu um diagnóstico surpreendente: ela estava com depressão sorridente.

Trata-se de uma variação da depressão na qual o paciente costuma se sentir sozinho, triste, sem ânimo para realizar pequenas tarefas do dia a dia ou até socializar, mas ainda assim mantém aquele sorriso forçado de que tudo está bem.

A condição não chega a ser considerada doença, mas sim um tipo de sofrimento psíquico, que, com o tratamento certo, pode passar. O que difere esse diagnóstico dos demais é a vergonha sentida pelo indivíduo em expor a situação até mesmo para pessoas muito próximas.

Foi o caso de Giulianny. O médico que cuidava do bebê da jovem a diagnosticou após informá-la sobre a deformidade da criança e ver a reação da mãe: ela começou a rir. Por conta da situação estressante com o filho e com o pai do bebê, Giulianny teve alopecia (queda dos cabelos em situação de exaustão), ficando completamente careca. Aceitar o diagnóstico não foi fácil, pois ela não queria ser motivo de pena.

Negação

A psicóloga Lia Clerot explica que é comum alguns pacientes não receberem muito bem a condição depressiva. “A pessoa se sente fraca e insegura, mas é preciso aceitar e driblar o preconceito. Todos temos conflitos na vida, e compartilhar o sofrimento é importante”, diz.

Uma pesquisa realizada pela revista Women’s Health e com a Aliança Nacional de Doenças Mentais, apontou que 89% dos 2 mil entrevistados disseram ter sofrido com os sintomas de depressão, mas os mantiveram escondidos de amigos e familiares.

As pessoas que costumam esconder essa condição geralmente passam por muita cobrança no ambiente de trabalho, na família ou são consideradas tão bem-resolvidas a ponto de não ter permissão de se sentirem para baixo. Assim, ficam inseguras em expor o que vivem de verdade.

Algumas pessoas que sofrem desse distúrbio até tentam conversar com alguém sobre a situação, mas acabam sendo julgadas e cobradas por sempre apresentarem uma vida feliz. Então, o indivíduo passa a ser visto como dramático"

Lia Clerot, psicóloga

Identificando o transtorno

Se aos olhos da sociedade a pessoa for bem-relacionada, considerada alguém que não pode reclamar da vida, pois sempre posta fotos sorrindo e é, em geral, alegre, praticamente lhe é vedado o direito de demonstrar fraqueza. Mas cada um sabe de suas dificuldades, do vazio que sente e da insatisfação em fazer algumas atividades. Se recorrentes, esses sintomas podem indicar que o indivíduo está desenvolvendo um quadro de depressão sorridente.

Segundo especialistas, é preciso se conhecer bem e tentar identificar os sinais do transtorno o quanto antes para buscar o melhor tratamento – pode ser acompanhamento psicológico ou psiquiátrico. De acordo com profissionais consultados pelo Metrópoles, um dos primeiros indícios é a perda da vontade de sair para encontrar pessoas. O segundo consiste em, repentinamente, não ver mais graça na rotina que antes era considerada feliz. Os sintomas costumam se manifestar em pessoas que estão passando por grandes mudanças ou estresse.

Mulheres são maioria entre os pacientes com diagnóstico de depressão sorridente por assumirem muitas atividades ao mesmo tempo. São mães, filhas, amigas, chefes no trabalho que precisam dar conta de filhos, marido, tarefas domésticas e laborais, sem abrir mão dos cuidados pessoais. “Via de regra, as mulheres que desenvolvem o transtorno assumem o protagonismo dessas tarefas e acreditam que serão vistas como fracas, caso não deem conta de tudo”, explica a psicóloga Lia Clerot.

Uma condição conhecida por Giulianny Barros. Após iniciar o usos de medicamentos e fazer terapia, a brasiliense recebeu alta em 12 meses. Hoje, aos 24 anos, ela já não esconde mais as angústias que a cercam. Sempre procura ajuda, mas, em situações que se vê calma demais e rindo muito, questiona se a depressão sorridente voltou.

A reportagem conversou com a jovem para entender melhor como foi o processo de descoberta da depressão e o caminho da cura. Confira o relato de Giulianny:

Se você se identificou com os sintomas, procure ajuda. É necessário acompanhamento profissional e força de vontade para superar essa condição.

 

Metrópoles

Publicado em SAÚDE

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Um pai matou os filhos de 5 e 9 anos porque tinha medo que eles herdassem sua depressão. O caso aconteceu na cidade de North Richard Hills, Texas, Estados Unidos. Logo em seguida Christopher Dawson, 36 anos, se suicidou com um tiro, assim como fez com os crianças.

De acordo com informações do jornal The Sun o pai, Christopher, sofria de uma depressão grave e por várias vezes falou que não queria que os filhos “crescessem como ele”.

Como publicou o portal Metropoles, no dia do crime, os vizinhos chamaram a polícia após ouvir os gritos da mãe, Rachel, ao ver os filhos e o marido mortos.

“No sábado pela manhã, fora de si, ele fez o imaginável. Aquele não era o Chris que sua família e amigos conheciam e amavam”, diz o obituário. As crianças e o pai foram enterradas na última quarta-feira (13).

 

Notícias ao Minuto

Publicado em MUNDO

Foto: Reprodução

Quem nunca se sentiu culpado por ter feito alguma coisa que não deveria ter feito ou deixado de fazer algo que era imprescindível fazer? É incrível como a culpa é capaz de, rapidamente, passar de um evento pequeno à coisa mais importante em nossas vidas. Desde de situações banais, como “fui dormir tarde mesmo sabendo que ficaria com sono no trabalho” até situações mais graves, como “precisei colocar meu pai em um lar de idosos”, a culpa é um sentimento universal e muito presente no dia a dia.

Segundo a psicóloga Fernanda P. de Queiroz, cofundadora da Estar Saúde Mental, a culpa não é necessariamente um sentimento negativo ou destrutivo. “A culpa é algo que faz parte do nosso desenvolvimento enquanto seres humanos, pois é um alerta de que estamos agindo errado. Ela nos ajuda a reavaliar o nosso comportamento e também a desenvolvermos uma melhor consciência sobre nosso comportamento.”

Não tem nada de errado em sentir culpa. O problema aparece quando começamos a ruminar a respeito dela. Aí, ela pode virar um inimigo, se enraizar e até nos imobilizar. “A culpa, quando não bem resolvida, pode levar a um sério desequilíbrio emocional. Afeta a autoestima, traz sentimentos de desesperança, além de deixar a pessoa mais ligada ao passado, o que inviabiliza, por exemplo, a viver o momento presente”, explica Fernanda.

Veja algumas dicas que vão ajudá-lo a lidar com esse sentimento:

1. Aceite o que fez

O primeiro passo é aceitar aquilo que fez – ou não fez. Esse é o momento de refletir sobre os motivos pelos quais você agiu ou não agiu. Faz parte do processo de autoconhecimento. A culpa, quase sempre, é situacional, quer dizer, ela está ligada a uma situação específica. “Reconhecer o nosso comportamento é fundamental para que numa próxima vez consigamos tomar uma atitude antes. Isso evita que o sentimento se instale mais tarde.”

2. Use o sentimento de culpa para aprender mais sobre você mesmo

A culpa não é um sentimento cujo único propósito é fazê-lo se sentir péssimo sobre algo que fez ou não fez. Pelo contrário. “O sentimento de culpa deveria ser usado para nos alertar sobre algo, para que consigamos aprender a partir daquela experiência”, afirma a psicóloga.

3. Ninguém é perfeito

Sentir-se culpado sobre algo ou alguém talvez seja um dos melhores indicadores de que a perfeição não existe. “Ninguém é perfeito. Todos erramos. Podemos nos agarrar à ideia de que é possível viver livres de comportamentos considerados negativos, como a raiva, assim como dizer sempre a verdade, sempre pensar o melhor a respeito do outro, etc. Porém, embora possamos nos aprimorar para adotar bons comportamentos, nem sempre temos controle sobre tudo. Falhar faz parte da vida, perder o controle e ter sentimentos ruins também. O que fazemos com isso é o que realmente importa.

Culpa demais? É preciso buscar ajuda

Embora a culpa seja algo presente no dia a dia, é preciso atenção: se ela não está de acordo com a lógica dos acontecimentos, ou seja, é desproporcional aos acontecimentos, é muito persistente e interfere na vida social e profissional, afetando a autoestima e a saúde, o melhor é procurar ajuda.

“Muitas vezes este sentimento faz parte de um quadro de depressão e ansiedade, por exemplo. Por isso, a psicoterapia pode ajudar muito a avaliar os pensamentos disfuncionais que geram a culpa”, conclui Fernanda.

 

Notícias ao Minuto

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