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Comprar pela internet pode abrir espaço para encontrar grandes descontos, mas também traz riscos caso o comprador não observe algumas normas de segurança para evitar cair em golpes e sites maliciosos.

Confira as dicas de Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, empresa de monitoramento do comportamento de clientes na internet, para fazer compras seguras na rede mundial.

Como conferir a confiabilidade de um site para comprar?

Consulte a reputação do e-commerce em sites como o Reclame Aqui ou procure comentários sobre ele nas redes sociais — principalmente Facebook. E-commerces que não tenham uma boa reputação no Reclame Aqui devem ser evitados, ou aqueles que tenham anúncios em redes sociais recheados de erros de português. Se uma página não aceita pagamentos por cartão de crédito, atenção, pois o risco aumenta muito.

Como evitar que o cartão de crédito seja clonado nessas compras?

Há algumas atitudes básicas que o consumidor pode tomar, como tomar cuidado com e-mails falsos, manter um antivírus sempre atualizado no computador e no smartphone e nunca enviar dados sensíveis de cartão de crédito (número, código CVV e validade) por e-mail, chat ou mensagem de texto — e nem recadastrar estas informações.

Qual tipo de pagamento é mais seguro?

O pagamento por cartão de crédito é sempre muito mais seguro em comparação ao pagamento por boleto. Afinal, se você pagar um boleto falso, não há como pedir o dinheiro de volta, a não ser judicialmente, em um processo bem mais lento do que uma ligação para o banco. Se o cartão foi utilizado em alguma fraude, basta ligar para o banco e solicitar o estorno daquela transação.

 

Diário Gaúcho

Publicado em SERVIÇO

Foto: Vídeo: Reprodução

Coisas horríveis acontecem quando bebemos demais, especialmente para as mulheres. Quando estão bêbadas, as senhoras são vulneráveis ao abuso, a ponto de serem violadas sem consentimento. Sua fé depende inteiramente daqueles que estão ao seu redor. Muitas vezes, não, muitos aproveitarão de você quando já desmaiou. Hoje em dia vivemos em um mundo terrível.

Dito isto, o seguinte vídeo descreve como as mulheres devem ser tratadas quando estão muito bêbadas. Enquanto parece que o homem está prestes a se aproveitar dela, o que acontece depois nos envia uma mensagem importante. O final envia uma poderosa mensagem de que os homens devem tratar todas as mulheres com respeito, não importa quão bêbadas elas estejam.

"Este vídeo é um exemplo claro de como os homens devem tratar as mulheres. É feito para que você possa juntar-se e tratá-las da maneira que elas merecem". Eu sei que você foi enganado por este vídeo, mas espero que você aprenda uma ou duas coisas. Tirar partido de uma mulher bêbada não é uma coisa boa a fazer. Se não tratá-las com respeito, quem irá?

 

24 Horas News

Publicado em GERAL

Foto: Reprodução

Já está em vigor a Lei 13.543, que traz novas exigências para a disponibilização de informações sobre produtos em sites de comércio eletrônico. Pela norma, sancionada na semana passada pelo presidente Michel Temer, os preços dos produtos postos à venda nos sites têm de ser colocados à vista, de maneira ostensiva, junto à imagem dos artigos ou descrição dos serviços. Segundo a lei, as fontes devem ser legíveis e não inferiores ao tamanho12.  

A norma inclui essas exigências relativas às vendas online na Lei 10.962, de 2004, que disciplina as formas de afixação de preço de comerciantes e prestadores de serviços. Entre as obrigações gerais de empresas estão a cobrança de valor menor, se houver anúncio de dois preços diferentes, e a necessidade de informar de maneira clara ao consumidor eventuais descontos.

A Lei é um detalhamento do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078, de 1990), que também versa sobre requisitos a serem seguidos pelos vendedores, como a disponibilização de informações corretas e claras quanto aos produtos, incluindo preço e características.

Benefícios

O Ministério da Justiça argumenta que a lei será um importante instrumento para facilitar a busca de informações pelos consumidores nesse tipo de comércio. "Hoje em dia temos dificuldades de conseguir essas informações porque há produtos em sites ou plataformas sem preço. Isso já era vedado pelo Código de Defesa do Consumidor, e essa lei veio para deixar tais obrigações mais claras, garantindo o direito à informação de quem compra", afirmou a diretora do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do ministério, Ana Carolina Caram.

Para a supervisora do Procon de São Paulo, Patrícia Alvares Dias, a Lei é positiva. "Os consumidores estão tendo dificuldade, porque, em sites de comércio eletrônico, em geral, há as características do produto, mas dados sobre o preço não são apresentados com tanto destaque."

Expansão

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), 25,5 milhões de pessoas fizeram compras pela internet no primeiro semestre deste ano. Apesar do número representativo, a entidade ressalta que as transações são concentradas nos dois principais centros urbanos do país: São Paulo foi responsável por 35,5% das vendas e o Rio de Janeiro, por 27,6%.

De acordo com a consultoria Ebit, o comércio eletrônico no Brasil no primeiro semestre do ano cresceu 7,5% em comparação com o mesmo período no ano anterior, com faturamento total de R$ 21 bilhões.

Reclamações

O consumidor que encontrar uma situação em que o preço do produto não está apresentado de maneira clara e em destaque, ou que a fonte seja menor do que o tamanho 12, deve acionar órgãos de proteção e defesa como os Procons, o Ministério Público e a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça. Os sites que estiverem violando artigos da lei podem ser multados, ou até suspensos.

 

Agência Brasil

Publicado em VARIEDADES

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Um homem casado viajou cerca de 1.140 quilômetros de Wuhan a Fuyuan (China) para finalmente se encontrar com uma mulher que ele conhecera pela internet.

Só que em vez da paquera, Liu, como o galanteador foi identificado, deparou-se com o marido dela.

A cena ocorreu em 11 de dezembro e foi registrada pelos celulares de testemunhas. Vídeos postados no Youku, conhecido como o YouTube da China, viralizaram, segundo o "Daily Mail".

O marido traído descobriu que a mulher tinha um encontro, reuniu um grupo de amigos e agrediu Liu publicamente. Encostado em uma árvore, o viajante recebeu vários golpes de cinto.

 

O Globo

Publicado em INUSITADO

Foto: Reprodução

Atualmente é muito comum termos diversas senhas eletrônicas. Elas nos dão acesso aos e-mails pessoais e corporativos, blogs e as mais diversas redes sociais. Apesar da segurança que essas plataformas oferecem, o descuido ao guardar as senhas e nossas informações pessoais, pode facilitar a ação de hackers. Estranhos podem vir a ter acesso a fotos e conteúdos que pertencem ao usuário da conta, levando a prática de crimes cibernéticos.

Em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, a blogueira e radialista Josélia Maria vivenciou o drama de ter o seu blog de notícias hackeado no ano de 2012. Ela disse que tudo começou quando solicitou a compra de um domínio BR a uma pessoa do ramo de tecnologia da região.

“Eu tinha um blog com o domínio BR, onde eu postava notícias. A pessoa que me vendeu esse domínio cuidava dele, mas eu desconfiei que ele começou a usar a minha senha. Durante o período das eleições, percebi que eu postava matérias, mas quando o internauta clicava, redirecionava para outra página com outro texto, com informações totalmente distorcidas”, explica Josélia.

A blogueira disse que procurou a pessoa suspeita e pediu que ela parasse com as postagens. “Eu localizei a pessoa e ameacei entregá-la para a Polícia Federal, mas ela continuou postando. As pessoas já estavam começando a desconfiar de mim. Então pedi ajuda, criei outro blog, com outro domínio. Preferi perder tudo, fotos e postagens, do que ficar daquele jeito”, esclareceu.

Segundo o delegado de Polícia Civil, Marceone Ferreira, a orientação é criar uma senha segura. “Usuários de redes sociais devem ter muito cuidado e sempre criar uma senha que tenha dificuldade de acesso. Muitas vezes, as pessoas facilitam, colocando data de nascimento, datas comemorativas. E assim, nem precisa ser especialista para hackear”, afirma.

É preciso também ficar alerta com o círculo de amizades nas redes sociais. “É bom ter cuidado com os compartilhamentos com pessoas que você não tem o conhecimento e restringir as suas redes sociais com os familiares. Muitas pessoas deixam suas redes abertas e às vezes as pessoas colhem fotos indevidas, faz um fake da pessoa”, diz.

Quando o usuário de uma conta identifica que está sendo hackeado, o primeiro passo é procurar uma delegacia de Polícia Civil. “Primeiramente é fazer o boletim de ocorrência para que possa ser feita a investigação. Deve-se levar os prints das páginas e todo material que o usuário tiver. Assim, o delegado vai poder localizar o IP. Na capital, Recife, existe uma delegacia especializada em crimes cibernéticos”, explica.

Segundo o delegado, existem penalidades para os crimes cibernéticos. “Quando envolve crianças e adolescentes, a punição vai até 8 anos de prisão. Existem também os crimes de calúnia, injúria e difamação”.

 

O Sul

Publicado em GERAL

Foto: Reprodução

 

Um vídeo que mostra um homem flagrando a esposa com outro está viralizando no Facebook desde o começo deste mês. As imagens caíram na internet, mas o que está chamando a atenção é a frase indignada do marido traído.

“Depois vem dizer que eu sou errado, eu trabalho, eu trabalho o dia inteiro para você fazer isso comigo?”, é possível ouvi-lo dizendo. No momento do flagra, o amante chega a pedir desculpas. Depois, a mulher sai do carro para tentar amenizar a situação.

Nas redes sociais, o flagrante gerou uma série de comentários e compartilhamentos.

 

Metrópoles

Publicado em INUSITADO

Foto: Reprodução

Muitos estudos falam sobre os prejuízos da solidão – e, se durar tempo demais, ela faz mal mesmo. Mas passar intervalos curtos desligado do celular e de outras pessoas pode ter benefícios emocionais importantes, como mostra um novo estudo da Universidade de Rochester.

A primeira coisa que os autores da pesquisa fizeram foi questionar a metodologia dos estudos sobre emoções. Um trabalho de 2014, por exemplo, mostrou que as pessoas preferem dar pequenos choque elétricos em si mesmas (!) do que ter que passar um tempo em silêncio com os próprios pensamentos.

Mas a nova pesquisa defende que eles estavam avaliando as pessoas da forma errada. Em primeiro lugar, eles entendem que os nossos sentimentos não são um gradiente que começa do “triste” e vai até o “feliz”. É mais um gráfico de dois eixos: você pode estar se sentindo de mal a bem, com diferentes intensidades. E é a intensidade do sentimento que a solidão costuma alterar.

Neste experimento, eles pediram que universitários se sentassem em uma cadeira confortável, sem nenhum dispositivo eletrônico por perto e passassem 15 minutos sem fazer nada. Ao fim do experimento, todos eles sentiram uma redução na intensidade dos seus sentimentos – quem estava feliz, mas agitado, terminou o experimento calmo. Quem estava irritado viu a raiva perder o “combustível”.

Com esses resultados em mãos, os pesquisadores fizeram um segundo teste. Pediram que novos voluntários mantivessem um diário de suas emoções. Metade deles deveria passar, diaramente, por 15 minutos de “desligamento”, sem companhia (de gente ou da tecnologia). O outro grupo seguia a vida normalmente. O teste durava 1 semana.

Ao fim desse período, os pesquisadores notaram que a intensidade das emoções das pessoas que se desligavam todos os dias era menor – e permaneceu assim na segunda semana, mesmo que os 15 minutos de solidão tivessem sido suspensos.

Os autores do estudo acreditam que isso ajuda a explicar tanto os benefícios da solidão quanto as desvantagens: ficar sozinho por um tempo prolongado pode reduzir a capacidade de sentir emoções intensamente – mesmo as positivas, como a alegria ou a paixão.

Por outro lado, eles acreditam que a disciplina do efeito de desligamento a curto prazo pode servir como um mecanismo simples de autorregulação: quando você está feliz, mas agitado, e precisa de calma e concentração, 15 minutos desligado do mundo pode ser o truque ideal. E o mesmo vale para se recuperar depois de um episódio particularmente intenso de raiva.

 

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