Foto: Reprodução

 

Com um gesto que lembrou alguns episódios da série Black Mirror, Antonio Vargas decidiu tornar o Natal do seu filho especial. Ele encomendou um macaco de pelúcia personalizado com mensagens de voz da mãe do garoto, que morreu no ano passado, para seu filho sempre se lembrar dela.

Vargas postou no Facebook um vídeo, que mostra desde ele escolhendo o brinquedo até seu filho o abrindo, e logo viralizou. Quando o filho de Vargas ouve a voz da mãe saindo do macaco de pelúcia, ele o abraça e não consegue conter as lágrimas.

 “Esse é um momento tocante para mim como pai. Encomendei esse macaco para ter ‘batida de coração’ e falar com meu filho para que ele pudesse ouvir a voz da mãe novamente. Ela morreu no último dia 4 de julho. Nós sempre chamamos nosso filho de macaquinho, então no Natal o desejo dele virou realidade! Eu amo o meu garoto com todo o meu coração, papai te ama”, escreveu Vargas na descrição do vídeo.

 

Metrópoles

Publicado em CURIOSIDADES

Foto: Reprodução

Uma mãe se revoltou ao saber que a filha tinha sido reprovada no 7º ano e foi desabafar no facebook. A mulher que, tudo indica seria de Diadema (SP), publicou uma foto da filha em selfie no espelho e escreveu um ‘textão’ de desabafo:

“Essa é a face de alguém que foi o ano inteiro pra escola em busca de zoeira ao invés de ir estudar ! Lá se foi 1 ano da minha dedicação, 1 ano jogado no lixo !!! Isso mesmo Brasil a Srta xxxxx (mãe coloca o nome da filha adolescente)  REPROVOU nas matérias GEOGRAFIA e HISTÓRIA KKKKKK. Parece piada mas é verdade.

A culpa segundo ela é dos professores que não a suportam kkkkkk Mas perguntei quem descobriu o BRASIL e ela não sabia, perguntei quem foi Princesa Isabel ela também não sabia, perguntei em qual região fica o estado de Goiás, em que região fica o Espírito sSnto e ela também não sabe kkkkkk.

Os professores não ensinaram kkkkkkk tadinha ela foi a única que os professores não ensinaram nada!!!!

Mas então AMIGOS, eu a MÃE monstra, fiz este post para boazinha da (nome da filha novamente) fiz esse post para HOMENAGEAR a minha princesa e deixar claro a minha tristeza nesse momento.

A partir de agora ela não tem mais telefone, face, messenger, pois ao invés de estudar e aprender quem descobriu o BRASIL ela se preocupou em saber quem estava ficando com quem. Ao invés de aprender em qual região fica o nosso estado, ela se preocupou em saber aonde fulano passou o final de semana. Por não saber conjugar vida social com os estudos a partir de hoje ela não terá mais rede social”, desabafa a mãe.

 

Banda B

Publicado em VARIEDADES

Foto: Reprodução

Menos de um mês depois da rede social Facebook punir uma fotógrafa que compartilhou uma foto incrível do nascimento de um bebê dentro de uma banheira transparente , um médico de Taiwan teve um dos seus posts apagado da rede social por supostamente violar as regras de pornografia.

O problema é que não se tratava de uma imagem sexual, mas, sim, de uma mãe puxando o próprio filho durante o parto , como você pode ver acima em uma imagem aproximada. Na foto , é possível ver a reação da mãe ao ver o filho pela primeira vez, a criança saindo do corpo da mãe e algum sangue que escorre dele, mas não é possível de se ver a genitália da mulher.

Em pouco tempo, de acordo com reportagem do site “Daily Mail”, o compartilhamento alcançou a marca de 10 mil reações no Facebook – a mãe deu permissão ao obstetra Jason Lin para a divulgação. Entretanto, algumas horas depois, a rede social exclui a fotografia por violar as regras de pornografia.

A imagem também foi compartilhada no Instagram e, até o fechamento desta reportagem, ainda não havia sido excluída. Em um dia, mãe e filho conseguiram mais de 2,1 mil likes e dezenas de comentários.

Alguns usuários concordaram com a atitude da rede social de banir a imagem, considerada forte demais para muitas pessoas.

Repercussão

Após a imagem ser excluída, Lin voltou à rede social para comentar seu desapontamento com a rede social. “Vamos começar a seguir o Instagram, então. Já estava pensando em compartilhar lá de qualquer jeito.”

Entretanto, alguns de seus seguidores defenderam a atitude da rede social. “Sua foto é muito linda, cheia de amor, mas era definitivamente chocante – nem todo mundo aguenta”, escreveu um dos usuários. E você, o que acha da imagem?

 

iG 

Publicado em MUNDO

Foto: Reprodução

Uma jovem de 18 anos, grávida de oito meses, foi morta por asfixia. Gabrielle Barcelos teve a barriga cortada e o filho arrancado do corpo por uma mulher de 38 anos e pelo marido dela, de 34. O crime ocorreu em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, na terça-feira (5/12). A acusada, Aline Roberta Fagundes, teria perdido um bebê aos quatro meses de gestação havia pouco tempo.

De acordo com o tenente da Polícia Militar Givanildo Graciano, o casal de criminosos foi denunciado pelo próprio filho, de 14 anos, que acionou a polícia após chegar em casa e notar um colchão com marcas de sangue, usado para enrolar o corpo da vítima. A perícia constatou que a jovem estaria grávida e teria sido asfixiada. Depois de falecer, teve o corpo aberto e o bebê retirado do útero.

No entanto, ao mesmo tempo em que a polícia chegava à casa do casal, a suspeita do crime acionou a emergência do hospital da cidade alegando que havia dado à luz no meio da rua. Ela foi socorrida por uma ambulância e levada para a unidade de saúde com o marido. Segundo o tenente, a criança recém-nascida teve que ser reanimada devido a uma parada cardiorrespiratória.

A mulher, se passando pela mãe da menina, foi atendida, mas os médicos comprovaram que seria impossível ela ter dado à luz na terça-feira (5). Portanto, a PM foi chamada e, segundo Graciano, a acusada, depois de ser pressionada, confessou o crime, revelando ter usado uma faca para abrir a barriga da gestante, utilizando as mãos para asfixiá-la. Aline teria espalhado o sangue da vítima pelo corpo com o objetivo de fazer a equipe médica acreditar na versão contada por ela.

O homicídio pode ter sido motivado por causa do interesse da criminosa pelo bebê da jovem, já que, segundo testemunhas, o casal vinha aliciando a gestante, dizendo que a ajudaria com enxovais. Nas redes sociais, um dia antes de morrer, Gabrielle postou um texto falando sobre o nascimento da filha. “Falta pouco para ver seu rostinho.”

Os acusados foram levados para a delegacia da cidade. A criança requer cuidados especiais, mas seu quadro de saúde é estável. As informações são do “Hoje em Dia”.

 

Metrópoles

Publicado em GERAL

Foto: Reprodução

No dia 14 de novembro, as novas regras para as certidões de nascimento, casamento e óbito, divulgadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) têm sido objeto de controvérsias. Isso porque nas novas certidões não haverá mais lacunas discriminadas para designar “pai” e “mãe”, mas apenas uma lacuna dizendo “filiação”. Segundo informado pelo CNJ, a mudança evita uma lacuna em branco nos casos em que o pai é desconhecido, mas também é feita sob medida para que casais do mesmo sexo sejam registrados como pais da criança.

As mudanças, determinadas por um provimento (nº 63 de 14/11/2017) da Corregedoria Nacional de Justiça, versam principalmente sobre a paternidade ou maternidade socioafetiva e a reprodução assistida. Com as mudanças, será possível a inclusão de nomes de pais socioafetivos na Certidão de Nascimento sem necessidade de recorrer ao Judiciário.

Ou seja, para que um padrasto, madrasta ou novo companheiro de um dos pais da criança conste no documento como pai ou mãe, basta que o responsável legal por ela manifeste esse desejo no cartório. Neste caso, não é retirado o nome de pai ou mãe biológico, mas sim acrescido o nome do padrasto ou madrasta. No caso de filhos a partir de 12 anos de idade, é necessário seu consentimento. O filho socioafetivo passa a gozar dos mesmos direitos de um filho biológico ou adotivo.

Não poderão requerer o reconhecimento da paternidade ou maternidade socioafetiva os irmãos ou ascendentes da pessoa em questão. Além disso, o pai ou mãe socioafetivo deve ser pelo menos 16 anos mais velho do que o filho a ser reconhecido. Mas o cartório pode, se suspeitar de fraude, falsidade, má-fé, vício de vontade, simulação ou dúvida sobre a configuração do estado de posse de filho, recusar o registro da paternidade ou maternidade socioafetiva, encaminhando o pedido ao juiz competente.

A certidão poderá conter os nomes de até dois pais e duas mães em razão da dissolução de casamentos ou relacionamentos estáveis dos pais e a formação de um novo núcleo familiar. Do ponto de vista jurídico, não haverá diferença entre eles. O campo para preencher o nome dos avós também não será mais discriminado como “avós maternos” e “avós paternos”. Os cartórios têm até 1º de janeiro de 2018 para se adaptar, data em que os novos formatos se tornam obrigatórios.

Justificativas

No provimento, assinado pelo corregedor nacional de Justiça, o ministro João Otávio de Noronha justifica as alterações com base em diversas mudanças legais ocorridas nos últimos anos. Entre elas, o documento cita “a garantia do direito ao casamento civil às pessoas do mesmo sexo”, como definido pelo Superior Tribunal de Justiça em 2010, e “o reconhecimento da união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como família, com eficácia erga omnes e efeito vinculante para toda a administração pública e demais órgãos do Poder Judiciário”, como decidido pelo Supremo Tribunal Federal em 2011.

É citada também a resolução nº 175, de 14 de maio de 2013, em que Joaquim Barbosa, então presidente do CNJ, obrigou os cartórios de todo o país a registrarem casamentos entre pessoas do mesmo sexo. O provimento menciona ainda “a necessidade de uniformização, em todo o território nacional, do registro de nascimento e da emissão da respectiva certidão para filhos havidos por técnica de reprodução assistida de casais homoafetivos e heteroafetivos”.

Outra justificativa é que em vários estados o reconhecimento voluntário de paternidade e maternidade socioafetiva perante os oficiais de registro civil já estava normatizado. O provimento fala ainda na “ampla aceitação doutrinária e jurisprudencial da paternidade e maternidade socioafetiva, contemplando os princípios da afetividade e da dignidade da pessoa humana como fundamento da filiação civil”, bem como no “fato de que a paternidade socioafetiva, declarada ou não em registro público, não impede o reconhecimento do vínculo de filiação concomitante baseado na origem biológica, com os efeitos jurídicos próprios”.

Reação

O Movimento Legislação e Vida, coordenado pelo professor Hermes Rodrigues Nery, iniciou um abaixo-assinado no site CitizenGo pedindo à ministra Carmen Lúcia, presidente do CNJ, a revogação do provimento. Segundo o abaixo-assinado, a retirada dos espaços específicos para “pai” e “mãe” é inconstitucional, pois “atinge o conceito de ‘entidade familiar’ contido na Constituição Federal (art. 226)”.

 

Gazeta do Povo

Publicado em POLÊMICA

Bebê teria sido vítima de espancamento. Foto: Facebook/Reprodução

Foi aberta investigação para apurar a causa da morte de um bebê de apenas dois meses na manhã desta quinta-feira, 16, em Três Passos. A Polícia Civil trabalha com pelo menos duas linhas de apuração até o momento: a queda da criança do berço, em função de algumas marcas encontradas pelo corpo do bebê, ou asfixia durante o sono.

No entanto, o laudo da necropsia deverá apontar que a criança sofreu agressões físicas. A mãe seria a principal suspeita. Segundo informações, a mulher, de 21 anos, foi levada pela polícia, à tarde, do local do velório, e já estaria presa, fato não confirmado pela Delegacia de Polícia ao Três Passos News, que informou aguardar o laudo da necropsia.

O corpo de Sofhia Isadora Lopes está sendo velado na Capela Mortuária de Padre Gonzales e será sepultado no cemitério comunitário às 9h30 desta sexta-feira, 17, em Três Passos.

Entenda o caso

O caso aconteceu, por volta das 7h30, em uma residência, no bairro de Padre Gonzales. O SAMU chegou a ir até o local, mas a criança já havia sido levada pela avó materna ao Hospital de Caridade. O bebê recebeu atendimento, mas não resistiu e veio a óbito às 8h10.

O bebê teria sido asfixiado acidentalmente enquanto dormia com a mãe. Porém, foram encontrados hematomas no abdômen da criança. O pai está sob medida protetiva e não residia na casa.

O corpo da menina foi conduzido pela Funerária Schneider para necropsia ao IML de Palmeira das Missões. O exame deverá apontar a causa da morte.

Veja também

Criança de 2 anos morre tragicamente em Três Passos 

http://www.trespassosnews.com.br/mais-lidas/item/18470-crianca-de-2-meses-morre-tragicamente-em-tres-passos

Publicado em ESPECIAL

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