Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um homem foi preso na última sexta-feira (5) em Gramado, na Serra do Rio Grande do Sul, por suspeita de abusar sexualmente das próprias filhas, segundo a Polícia Civil. Uma delas tem seis anos e a outra, quatro.

Os fatos teriam ocorrido em 2016, mas só foram revelados nessa semana pela mãe das meninas, que fez a denúncia em uma unidade de saúde do município, que notificou o Conselho Tutelar. O caso foi levado à polícia, que representou um pedido de prisão preventiva à Justiça, deferida e cumprida nesta sexta.

Segundo autoridades locais, a mãe saiu de casa com as filha e foi para casa de parentes.

 

G1 RS

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Foto: Reprodução

Um pai fez declaração de apoio ao filho gay na internet e sua postagem viralizou nas redes sociais. O policial militar Aldo Benevides, 49 anos, publicou uma foto de seu filho, Abhner, com o namorado, a quem chama de “noro”, no Facebook.

A postagem de Aldo rendeu mais de mil curtidas e uma série de comentários positivos, parabenizando o pai pelo ato de apoio ao filho. Em resposta, Abhner compartilhou a postagem de Alder no Twitter e comentou: “Meu pai não sabe o tanto que meu coração dói de felicidade quando ele faz isso”.

A resposta do filho também viralizou e rendeu cerca de 100 mil curtidas no Twitter. O Abhner vive em Campo Grande (MS) e seu pai mora em uma pequena cidade que fica a 160 quilômetros de distância, Rio Brilhante (MS).

 

Metrópoles

Publicado em COMPORTAMENTO

Foto: Reprodução

Um pai matou os filhos de 5 e 9 anos porque tinha medo que eles herdassem sua depressão. O caso aconteceu na cidade de North Richard Hills, Texas, Estados Unidos. Logo em seguida Christopher Dawson, 36 anos, se suicidou com um tiro, assim como fez com os crianças.

De acordo com informações do jornal The Sun o pai, Christopher, sofria de uma depressão grave e por várias vezes falou que não queria que os filhos “crescessem como ele”.

Como publicou o portal Metropoles, no dia do crime, os vizinhos chamaram a polícia após ouvir os gritos da mãe, Rachel, ao ver os filhos e o marido mortos.

“No sábado pela manhã, fora de si, ele fez o imaginável. Aquele não era o Chris que sua família e amigos conheciam e amavam”, diz o obituário. As crianças e o pai foram enterradas na última quarta-feira (13).

 

Notícias ao Minuto

Publicado em MUNDO

Foto: Reprodução/Pinterest

Um estudo feito pela universidade de Guelph, no Canadá, mostra que a melhor forma de fazer seu filho comer alimentos saudáveis é dar o exemplo. Segundo a pesquisa, os pequenos tendem a copiar a dieta dos pais mais do que a das mães.

Os pesquisadores recrutaram 31 famílias com dois pais e 31 famílias com pais e mães que se propuseram a compreender os fatores que levam as crianças, em idade pré-escolar, a desenvolver doenças crônicas e excesso de peso.  Eles também analisaram os hábitos alimentares dos pais para ver como eles impactam a dieta infantil.

Tanto as mães como os pais relataram seus hábitos alimentares e culinários individualmente. Segundo uma das autoras do estudo, Jess Haines, seria importante certificar-se de que eles não tivessem uma só voz, e obter as duas opiniões para entender o que está realmente acontecendo na família.

Por fim, o estudo mostrou que o filho é o que o pai come, e há muitas razões pra isso. Um dos principais motivos é o recente deslocamento demográfico que tem levado os pais a se envolverem mais no cotidiano das crianças. Uma recente pesquisa feita pela Economist mostra que os pais nunca foram tão presentes como nos últimos anos.

Este resultado remete a um estudo de 2011 realizado na Universidade de Newcastle, na Austrália, que acompanhou crianças de oito a nove anos de idade por quatro anos. Os pesquisadores descobriram que os filhos de pais obesos e mães com peso saudável eram 10 vezes mais propensos a desenvolver obesidade, em comparação com as crianças que tinha dois pais não obesos.

 

CQ Brasil

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Foto: Ilustração

Um homem matou a ex-mulher e foi morto pelo filho na tarde deste domingo, 10, em São Nicolau, na Região das Missões, no Noroeste do Rio Grande do Sul.

O homem, de 49 anos, não aceitava a separação da esposa, de 47. Ele invadiu a casa, que fica no interior do município, e atirou contra a vítima. Após os disparos, o filho do casal, de 15 anos, entrou em luta corporal com o atirador, conseguiu tomar a arma e matou o pai.

A mulher havia prestado queixa na polícia contra o ex-marido por ameaças em setembro, mas não havia feito um pedido de medida protetiva.

O menor foi liberado após o depoimento na polícia.

Publicado em POLÍCIA

Foto: Reprodução

Um desentendimento familiar provocou a morte de Paulino Rodrigues Maciel, 48 anos, no final da madrugada deste domingo, dia 10, no bairro Bom Pastor, zona sul de Caxias do Sul. O crime aconteceu, por volta das 5h, em uma residência na rua Derni Bueno.

O acusado de ter matado o homem é o filho dele, de 24 anos. Segundo informações repassadas à Polícia Civil, o rapaz pediu dinheiro ao pai para retirar um veículo do guincho. Paulino teria negado e, enfurecido, o agressor atirou diversas vezes contra o genitor e a tia. A mulher não ficou ferida.

O Samu foi acionado, mas quando chegou ao local só pode constatar o óbito da vítima. O assassino fugiu do local após o crime e não foi localizado até o momento.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) passa a investigar o caso. Com este homicídio, Caxias do Sul atinge a marca de 121 mortes violentas em 2017.

 

Leouve

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Foto: Ilustração

No final da noite de sexta-feira, 1, a Brigada Militar prendeu um homem de 44 anos acusado de estuprar a própria filha, de 10 anos de idade. A prisão aconteceu em Farroupilha, na Serra do Rio Grande do Sul.

A prisão aconteceu por volta das 23h30, em uma vila localizada no segundo distrito da cidade. Conforme o mandado de prisão expedido pela Justiça, o homem é suspeito de abusar sexualmente da filha por há dois anos.

Os abusos, conforme a polícia, aconteciam nos momentos em que o pai, separado da mãe da criança, visitava filha.

A criança então, resolveu enfrentar as ameaças do pai, que prometia matar toda a família caso contasse o que acontecia. Ela contou tudo à mãe, que levou o caso à polícia.

Ainda conforme a polícia, ao saber da denúncia, o homem foi até à residência de familiares fazendo ameaças. Foi quando ele acabou sendo preso pela Brigada Militar.

O homem tenha antecedentes por tráfico de drogas, furto e estava em liberdade provisória. Ele foi encaminhado para o sistema penitenciário de Caxias do Sul, também na Serra.

 

G1 RS

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Foto: Reprodução

No dia 14 de novembro, as novas regras para as certidões de nascimento, casamento e óbito, divulgadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) têm sido objeto de controvérsias. Isso porque nas novas certidões não haverá mais lacunas discriminadas para designar “pai” e “mãe”, mas apenas uma lacuna dizendo “filiação”. Segundo informado pelo CNJ, a mudança evita uma lacuna em branco nos casos em que o pai é desconhecido, mas também é feita sob medida para que casais do mesmo sexo sejam registrados como pais da criança.

As mudanças, determinadas por um provimento (nº 63 de 14/11/2017) da Corregedoria Nacional de Justiça, versam principalmente sobre a paternidade ou maternidade socioafetiva e a reprodução assistida. Com as mudanças, será possível a inclusão de nomes de pais socioafetivos na Certidão de Nascimento sem necessidade de recorrer ao Judiciário.

Ou seja, para que um padrasto, madrasta ou novo companheiro de um dos pais da criança conste no documento como pai ou mãe, basta que o responsável legal por ela manifeste esse desejo no cartório. Neste caso, não é retirado o nome de pai ou mãe biológico, mas sim acrescido o nome do padrasto ou madrasta. No caso de filhos a partir de 12 anos de idade, é necessário seu consentimento. O filho socioafetivo passa a gozar dos mesmos direitos de um filho biológico ou adotivo.

Não poderão requerer o reconhecimento da paternidade ou maternidade socioafetiva os irmãos ou ascendentes da pessoa em questão. Além disso, o pai ou mãe socioafetivo deve ser pelo menos 16 anos mais velho do que o filho a ser reconhecido. Mas o cartório pode, se suspeitar de fraude, falsidade, má-fé, vício de vontade, simulação ou dúvida sobre a configuração do estado de posse de filho, recusar o registro da paternidade ou maternidade socioafetiva, encaminhando o pedido ao juiz competente.

A certidão poderá conter os nomes de até dois pais e duas mães em razão da dissolução de casamentos ou relacionamentos estáveis dos pais e a formação de um novo núcleo familiar. Do ponto de vista jurídico, não haverá diferença entre eles. O campo para preencher o nome dos avós também não será mais discriminado como “avós maternos” e “avós paternos”. Os cartórios têm até 1º de janeiro de 2018 para se adaptar, data em que os novos formatos se tornam obrigatórios.

Justificativas

No provimento, assinado pelo corregedor nacional de Justiça, o ministro João Otávio de Noronha justifica as alterações com base em diversas mudanças legais ocorridas nos últimos anos. Entre elas, o documento cita “a garantia do direito ao casamento civil às pessoas do mesmo sexo”, como definido pelo Superior Tribunal de Justiça em 2010, e “o reconhecimento da união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo como família, com eficácia erga omnes e efeito vinculante para toda a administração pública e demais órgãos do Poder Judiciário”, como decidido pelo Supremo Tribunal Federal em 2011.

É citada também a resolução nº 175, de 14 de maio de 2013, em que Joaquim Barbosa, então presidente do CNJ, obrigou os cartórios de todo o país a registrarem casamentos entre pessoas do mesmo sexo. O provimento menciona ainda “a necessidade de uniformização, em todo o território nacional, do registro de nascimento e da emissão da respectiva certidão para filhos havidos por técnica de reprodução assistida de casais homoafetivos e heteroafetivos”.

Outra justificativa é que em vários estados o reconhecimento voluntário de paternidade e maternidade socioafetiva perante os oficiais de registro civil já estava normatizado. O provimento fala ainda na “ampla aceitação doutrinária e jurisprudencial da paternidade e maternidade socioafetiva, contemplando os princípios da afetividade e da dignidade da pessoa humana como fundamento da filiação civil”, bem como no “fato de que a paternidade socioafetiva, declarada ou não em registro público, não impede o reconhecimento do vínculo de filiação concomitante baseado na origem biológica, com os efeitos jurídicos próprios”.

Reação

O Movimento Legislação e Vida, coordenado pelo professor Hermes Rodrigues Nery, iniciou um abaixo-assinado no site CitizenGo pedindo à ministra Carmen Lúcia, presidente do CNJ, a revogação do provimento. Segundo o abaixo-assinado, a retirada dos espaços específicos para “pai” e “mãe” é inconstitucional, pois “atinge o conceito de ‘entidade familiar’ contido na Constituição Federal (art. 226)”.

 

Gazeta do Povo

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