Foto: Arquivo Pessoal/Facebook

Familiares e amigos acharam mais prudente, por causa da previsão de mau tempo, transferir a passeata que seria realizada na manhã deste sábado, 6, em Dois Irmãos, na Região do Vale do Sinos. As informações são do Jornal O Diário.

O movimento iria pedir por justiça e mais explicações no caso da paciente Marlene de Oliveira, 39 anos, que morreu horas depois do parto, no dia 6 de dezembro. A passeata será realizada na próxima quinta-feira, dia 11, às 18 horas, com saída em frente ao Jornal Dois Irmãos,a na Av. São Miguel. O grupo seguirá até o Hospital São José e, posteriormente, até a Igreja Matriz.

Toda a comunidade está convidada a se unir ao grupo. A família, entre outras questões, reivindica a exumação do corpo, que já foi solicitada pelo delegado, mas ainda não foi realizada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP).

Publicado em ESTADO

Foto: Reprodução

O suspeito de matar a esposa presetes a dar à luz, Adilson Prado Lima Júnior, de 25 anos, confessou nesta quarta-feira (20), em depoimento, que a mulher, Daiane Reis Mota, de 25 anos, não percebeu que ia morrer. O crime aconteceu na cidade de Serrinha, a 170 Km de Salvador, na Bahia.

A informação foi obtida pelo portal 'G1', ao entrevistar o coordenador de polícia em exercício na região, Hildebrando Silva. A jovem foi morta com um tiro na nuca. O corpo dela foi encontrado domingo (17), e o parto estava marcado para a segunda-feira (18).

Adilson Prado Lima Júnior, de 25 anos, confessou o crime e disse que matou a jovem após encontrar mensagens no WhatsApp dela, mas não apresentou à polícia as mensagens que disse ter visto no celular da mulher. O bebê que ela esperava não sobreviveu.

"Ele disse que ela não viu que ele ia matar ela. Ele disse que ao ver a mulher no chão, chegou a apontar a arma para a cabeça dele e não teve coragem de atirar, mas ele teve coragem de matar uma mulher grávida que esperava a filha dele", disse.

 

Notícias ao Minuto

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Mãe tinha 39 anos e filho sobreviveu. Foto: Facebook/Reprodução

Uma médica obstetra foi afastada do Hospital São José, de Dois Irmãos. Ela é a responsável pelo parto de Marlene de Oliveira, de 39 anos, que morreu após dar a luz na casa de saúde no último dia 6. De acordo com a prefeita do município, que administra a instituição, uma investigação sobre o caso está em andamento.

"Não estamos culpando a profissional, mas é mais seguro, nesse momento, que ela esteja fora deste ambiente. Estamos atrás de respostas assim como a família da mãe", destaca ela. Marlene morreu cerca de 12 horas após o parto de filho Enzo, que já está em casa com o pai.

Segundo a direção do hospital, Marlene teve complicações durante o parto como queda de pressão, passou por cirurgia mas a situação se agravou e ela precisou de UTI, onde acabou falecendo horas depois. Em busca de respostas, amigos e familiares realizam neste sábado uma caminhada chamada: “Justiça pela Vida”. A saída será às 9h, na Av. São Miguel em direção ao Hospital São José, onde será feito 1 minuto de silêncio.

 

CP

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Foto: Facebook/Reprodução

O promotor público Wilson Grezzana foi procurado por familiares de Marlene de Oliveira, 39 anos - que morreu cerca de 12 horas depois do parto - e, após ouvir testemunhas, decidirá se pede a instauração de inquérito na Polícia Civil. Ele já ouviu o companheiro da paciente e a irmã, que é técnica em Enfermagem e acompanhou o parto cesariana. Também já está agendada a oitiva de duas irmãs e de um sobrinho de Marlene. “Após ouvir os familiares e analisar os prontuários do pré-natal e dos atendimentos nos hospitais de Dois Irmãos e Campo Bom, irei decidir se peço a instauração do inquérito na Polícia Civil. Se houver indício de imprudência, negligência ou imperícia, irei solicitar”, disse o promotor. Algumas questões que estão sendo analisadas pelo promotor e merecem respostas são: durante o pré-natal foi possível apontar uma gravidez de risco? O hospital de Dois Irmãos tinha capacidade para realizar este parto? O procedimento de retirar o útero da paciente deveria ter sido feito em Dois Irmãos? “Estes são alguns dos questionamentos que precisam ser respondidos.” Grezzana ressalta que se houver a instauração do inquérito, há duas possibilidades: indiciamento da médica por homicídio culposo (sem intenção de matar) ou arquivamento. “Também temos outra questão para analisar. Caso a gravidez da paciente tenha sido de risco, de quem foi a decisão de fazer o parto em Dois Irmãos, sem estrutura de UTI e banco de sangue? Temos que investigar se foi decisão da equipe médica ou da direção do instituto”.

 

O Diário

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Marlene tinha 39 anos e morreu após o parto. Foto: Reprodução

A morte da moradora Marlene de Oliveira, de 39 anos, ainda causa revolta em Dois Irmãos, no Vale do Sinos. Ela faleceu, no último dia 6 de dezembro, 11 horas após dar a luz ao seu segundo filho, o Enzo.

O parto foi no Hospital São José e horas depois ela foi transferida em estado grave à Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Lauro Réus, de Campo Bom, onde veio a óbito por volta das 22h30.

Até esta terça-feira, dia 12, a morte dela ainda não foi esclarecida. Na Certidão de Óbito, foi apontada como “Natural”, Causa desconhecida. “Ninguém morre aos 39 anos de causa natural”, disse uma amiga, indignada.

Comovidos com o caso, um grupo formado por familiares e amigos de Marlene irá promover no próximo sábado, 16, a caminhada “Justiça pela Vida”. O ato será em prol de um melhor atendimento na saúde de Dois Irmãos e pelo comprometimento com a vida.

Publicado em JUSTIÇA

Marlene tinha 39 anos. Foto: Facebook/Reprodução

Passados quase cinco dias da morte de Marlene de Oliveira, 39 anos, em Dois Irmãos, a família ainda segue sem nenhuma resposta sobre o que aconteceu. Ela faleceu cerca de 12 horas depois do parto, na última quarta-feira, 6, por volta das 22h30. Horas antes, ela deu à luz ao segundo filho, Enzo. Todos se questionam se houve erro médico ou se ela morreu decorrente de algum problema que ela já tinha durante a gestação. Todos os familiares estão carregando a dor da perda e da dúvida. “A gente quer e precisa saber o que aconteceu com ela. Sabemos que nada a trará de volta para nós, para seus dois filhos. Mas isso não pode ficar assim: ela morrer e a gente não ter uma explicação sequer”, disse o sobrinho Luiz Natanael Assis de Souza, de 29 anos, ao ser procurado pela redação do Diário. Luiz acompanhou a luta pela vida da tia e está inconformado.

 

O Diário

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Foto: Reprodução

Menos de um mês depois da rede social Facebook punir uma fotógrafa que compartilhou uma foto incrível do nascimento de um bebê dentro de uma banheira transparente , um médico de Taiwan teve um dos seus posts apagado da rede social por supostamente violar as regras de pornografia.

O problema é que não se tratava de uma imagem sexual, mas, sim, de uma mãe puxando o próprio filho durante o parto , como você pode ver acima em uma imagem aproximada. Na foto , é possível ver a reação da mãe ao ver o filho pela primeira vez, a criança saindo do corpo da mãe e algum sangue que escorre dele, mas não é possível de se ver a genitália da mulher.

Em pouco tempo, de acordo com reportagem do site “Daily Mail”, o compartilhamento alcançou a marca de 10 mil reações no Facebook – a mãe deu permissão ao obstetra Jason Lin para a divulgação. Entretanto, algumas horas depois, a rede social exclui a fotografia por violar as regras de pornografia.

A imagem também foi compartilhada no Instagram e, até o fechamento desta reportagem, ainda não havia sido excluída. Em um dia, mãe e filho conseguiram mais de 2,1 mil likes e dezenas de comentários.

Alguns usuários concordaram com a atitude da rede social de banir a imagem, considerada forte demais para muitas pessoas.

Repercussão

Após a imagem ser excluída, Lin voltou à rede social para comentar seu desapontamento com a rede social. “Vamos começar a seguir o Instagram, então. Já estava pensando em compartilhar lá de qualquer jeito.”

Entretanto, alguns de seus seguidores defenderam a atitude da rede social. “Sua foto é muito linda, cheia de amor, mas era definitivamente chocante – nem todo mundo aguenta”, escreveu um dos usuários. E você, o que acha da imagem?

 

iG 

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