Foto: Reprodução

A Polícia Rodoviária Federal - PRF auxiliou um casal em que uma mulher grávida estava com contrações, na manhã deste sábado, 24, na BR 386, em Sarandi,

O casal parou no posto da PRF em Sarandi pedindo auxílio. A equipe imediatamente fez a escolta do carro do casal até o hospital local. A mulher ainda está em trabalho de parto. Foram feitos exames e ela e o bebê passam bem.

Na quinta-feira, 22, foi feito outro auxílio, daquela vez a uma criança que estava engasgada. Ela recebeu alta na noite do mesmo dia. Em ambos os casos os policiais usaram técnicas de primeiros socorros e encaminharam as situações aos hospitais locais.

Com informações da PRF

Publicado em GERAL

Fotos: Reprodução

Jes Hogan, de 31 anos, já tinha cinco filhas, mas teve uma surpresa quando chegou a hora de seu primeiro bebê homem vir ao mundo.

Isso porque Maxwell nasceu no meio do corredor da emergência em uma unidade de saúde do Kansas, nos Estados Unidos, em julho de 2017.

A fotógrafa Tammy Karin acompanhou o momento e, no último sábado (3/2), publicou as fotos na sua página profissional do Facebook, “Little Leapling Photography”.

 “Estas são fotos cruas de nascimento compartilhadas para demonstrar a beleza de dar à luz mesmo quando as coisas não acontecem conforme o planejado. Parabéns à equipe do hospital, que fez um trabalho fantástico ao lidar com esse nascimento de forma segura enquanto mantinha o foco na importância de criar uma ligação mãe e filho imediata”, disse Karin na rede.

A mãe contou a história do nascimento de Max no blog da profissional de fotografia. “Foi o meu parto mais louco, mas também o mais perfeito. Não foi da forma como planejei, mas terminou sem qualquer intervenção (cirúrgica), com o meu bebê saudável e o maravilhoso apoio das pessoas ao nosso lado. Foi lindo e eu vou para sempre amar cada lembrança disso”, destacou Jes.

 

Metrópoles

Publicado em INUSITADO

Foto: Hospital Adesco/Divulgação

Um bebê nasceu às pressas no início da tarde do último dia 10 de janeiro, no Hospital Comunitário Adesco de Humaitá. A criança, Heloísa Maria Schwade, nasceu com 3,610 Kg e 52 cm. Ela é filha de Lovani Schwade que chegou ao hospital com dilatação completa, não sendo permitida a sua transferência de forma segura até o Hospital Santo Antônio de Tenente Portela. O parto foi o primeiro após três anos o hospital estar impossibilitado por não dispor de médicos obstetras e pediátricos residentes no município, atendendo desde 2011 apenas casos extrema urgência.

Publicado em REGIÃO

Foto: Arquivo Pessoal/Facebook

Familiares e amigos acharam mais prudente, por causa da previsão de mau tempo, transferir a passeata que seria realizada na manhã deste sábado, 6, em Dois Irmãos, na Região do Vale do Sinos. As informações são do Jornal O Diário.

O movimento iria pedir por justiça e mais explicações no caso da paciente Marlene de Oliveira, 39 anos, que morreu horas depois do parto, no dia 6 de dezembro. A passeata será realizada na próxima quinta-feira, dia 11, às 18 horas, com saída em frente ao Jornal Dois Irmãos,a na Av. São Miguel. O grupo seguirá até o Hospital São José e, posteriormente, até a Igreja Matriz.

Toda a comunidade está convidada a se unir ao grupo. A família, entre outras questões, reivindica a exumação do corpo, que já foi solicitada pelo delegado, mas ainda não foi realizada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP).

Publicado em ESTADO

Foto: Reprodução

O suspeito de matar a esposa presetes a dar à luz, Adilson Prado Lima Júnior, de 25 anos, confessou nesta quarta-feira (20), em depoimento, que a mulher, Daiane Reis Mota, de 25 anos, não percebeu que ia morrer. O crime aconteceu na cidade de Serrinha, a 170 Km de Salvador, na Bahia.

A informação foi obtida pelo portal 'G1', ao entrevistar o coordenador de polícia em exercício na região, Hildebrando Silva. A jovem foi morta com um tiro na nuca. O corpo dela foi encontrado domingo (17), e o parto estava marcado para a segunda-feira (18).

Adilson Prado Lima Júnior, de 25 anos, confessou o crime e disse que matou a jovem após encontrar mensagens no WhatsApp dela, mas não apresentou à polícia as mensagens que disse ter visto no celular da mulher. O bebê que ela esperava não sobreviveu.

"Ele disse que ela não viu que ele ia matar ela. Ele disse que ao ver a mulher no chão, chegou a apontar a arma para a cabeça dele e não teve coragem de atirar, mas ele teve coragem de matar uma mulher grávida que esperava a filha dele", disse.

 

Notícias ao Minuto

Publicado em POLÍCIA

Mãe tinha 39 anos e filho sobreviveu. Foto: Facebook/Reprodução

Uma médica obstetra foi afastada do Hospital São José, de Dois Irmãos. Ela é a responsável pelo parto de Marlene de Oliveira, de 39 anos, que morreu após dar a luz na casa de saúde no último dia 6. De acordo com a prefeita do município, que administra a instituição, uma investigação sobre o caso está em andamento.

"Não estamos culpando a profissional, mas é mais seguro, nesse momento, que ela esteja fora deste ambiente. Estamos atrás de respostas assim como a família da mãe", destaca ela. Marlene morreu cerca de 12 horas após o parto de filho Enzo, que já está em casa com o pai.

Segundo a direção do hospital, Marlene teve complicações durante o parto como queda de pressão, passou por cirurgia mas a situação se agravou e ela precisou de UTI, onde acabou falecendo horas depois. Em busca de respostas, amigos e familiares realizam neste sábado uma caminhada chamada: “Justiça pela Vida”. A saída será às 9h, na Av. São Miguel em direção ao Hospital São José, onde será feito 1 minuto de silêncio.

 

CP

Publicado em ESTADO

Foto: Facebook/Reprodução

O promotor público Wilson Grezzana foi procurado por familiares de Marlene de Oliveira, 39 anos - que morreu cerca de 12 horas depois do parto - e, após ouvir testemunhas, decidirá se pede a instauração de inquérito na Polícia Civil. Ele já ouviu o companheiro da paciente e a irmã, que é técnica em Enfermagem e acompanhou o parto cesariana. Também já está agendada a oitiva de duas irmãs e de um sobrinho de Marlene. “Após ouvir os familiares e analisar os prontuários do pré-natal e dos atendimentos nos hospitais de Dois Irmãos e Campo Bom, irei decidir se peço a instauração do inquérito na Polícia Civil. Se houver indício de imprudência, negligência ou imperícia, irei solicitar”, disse o promotor. Algumas questões que estão sendo analisadas pelo promotor e merecem respostas são: durante o pré-natal foi possível apontar uma gravidez de risco? O hospital de Dois Irmãos tinha capacidade para realizar este parto? O procedimento de retirar o útero da paciente deveria ter sido feito em Dois Irmãos? “Estes são alguns dos questionamentos que precisam ser respondidos.” Grezzana ressalta que se houver a instauração do inquérito, há duas possibilidades: indiciamento da médica por homicídio culposo (sem intenção de matar) ou arquivamento. “Também temos outra questão para analisar. Caso a gravidez da paciente tenha sido de risco, de quem foi a decisão de fazer o parto em Dois Irmãos, sem estrutura de UTI e banco de sangue? Temos que investigar se foi decisão da equipe médica ou da direção do instituto”.

 

O Diário

Publicado em ESTADO

Marlene tinha 39 anos e morreu após o parto. Foto: Reprodução

A morte da moradora Marlene de Oliveira, de 39 anos, ainda causa revolta em Dois Irmãos, no Vale do Sinos. Ela faleceu, no último dia 6 de dezembro, 11 horas após dar a luz ao seu segundo filho, o Enzo.

O parto foi no Hospital São José e horas depois ela foi transferida em estado grave à Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Lauro Réus, de Campo Bom, onde veio a óbito por volta das 22h30.

Até esta terça-feira, dia 12, a morte dela ainda não foi esclarecida. Na Certidão de Óbito, foi apontada como “Natural”, Causa desconhecida. “Ninguém morre aos 39 anos de causa natural”, disse uma amiga, indignada.

Comovidos com o caso, um grupo formado por familiares e amigos de Marlene irá promover no próximo sábado, 16, a caminhada “Justiça pela Vida”. O ato será em prol de um melhor atendimento na saúde de Dois Irmãos e pelo comprometimento com a vida.

Publicado em JUSTIÇA

Marlene tinha 39 anos. Foto: Facebook/Reprodução

Passados quase cinco dias da morte de Marlene de Oliveira, 39 anos, em Dois Irmãos, a família ainda segue sem nenhuma resposta sobre o que aconteceu. Ela faleceu cerca de 12 horas depois do parto, na última quarta-feira, 6, por volta das 22h30. Horas antes, ela deu à luz ao segundo filho, Enzo. Todos se questionam se houve erro médico ou se ela morreu decorrente de algum problema que ela já tinha durante a gestação. Todos os familiares estão carregando a dor da perda e da dúvida. “A gente quer e precisa saber o que aconteceu com ela. Sabemos que nada a trará de volta para nós, para seus dois filhos. Mas isso não pode ficar assim: ela morrer e a gente não ter uma explicação sequer”, disse o sobrinho Luiz Natanael Assis de Souza, de 29 anos, ao ser procurado pela redação do Diário. Luiz acompanhou a luta pela vida da tia e está inconformado.

 

O Diário

Publicado em ESTADO

Foto: Reprodução

Menos de um mês depois da rede social Facebook punir uma fotógrafa que compartilhou uma foto incrível do nascimento de um bebê dentro de uma banheira transparente , um médico de Taiwan teve um dos seus posts apagado da rede social por supostamente violar as regras de pornografia.

O problema é que não se tratava de uma imagem sexual, mas, sim, de uma mãe puxando o próprio filho durante o parto , como você pode ver acima em uma imagem aproximada. Na foto , é possível ver a reação da mãe ao ver o filho pela primeira vez, a criança saindo do corpo da mãe e algum sangue que escorre dele, mas não é possível de se ver a genitália da mulher.

Em pouco tempo, de acordo com reportagem do site “Daily Mail”, o compartilhamento alcançou a marca de 10 mil reações no Facebook – a mãe deu permissão ao obstetra Jason Lin para a divulgação. Entretanto, algumas horas depois, a rede social exclui a fotografia por violar as regras de pornografia.

A imagem também foi compartilhada no Instagram e, até o fechamento desta reportagem, ainda não havia sido excluída. Em um dia, mãe e filho conseguiram mais de 2,1 mil likes e dezenas de comentários.

Alguns usuários concordaram com a atitude da rede social de banir a imagem, considerada forte demais para muitas pessoas.

Repercussão

Após a imagem ser excluída, Lin voltou à rede social para comentar seu desapontamento com a rede social. “Vamos começar a seguir o Instagram, então. Já estava pensando em compartilhar lá de qualquer jeito.”

Entretanto, alguns de seus seguidores defenderam a atitude da rede social. “Sua foto é muito linda, cheia de amor, mas era definitivamente chocante – nem todo mundo aguenta”, escreveu um dos usuários. E você, o que acha da imagem?

 

iG 

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