Foto: Reprodução

Foi presa na tarde desta sexta-feira (12) em São Sebastião do Caí, a cerca de 80 km de Porto Alegre, a professora de uma creche suspeita de tentar asfixiar uma criança de dois anos de idade. Uma câmera de segurança da sala registrou a agressão.

O caso aconteceu nesta semana. O vídeo mostra o momento em que a professora pega um travesseiro e coloca sobre o rosto da criança. Ela para de pressionar quando outras funcionárias da creche entram na sala.

A menina estava há apenas quatro dias na creche, que é particular. Os pais notaram que ela ficava chorosa, e que não gostava de ir para lá, mas atribuíram o problema a dificuldades de adaptação. Até que a mãe foi surpreendida enquanto trabalhava por uma ligação da polícia.

A funcionária que flagrou os maus-tratos informou a direção da escola, que procurou a delegacia depois de localizar o vídeo da câmera de segurança que registrou a agressão.

"Só quero que a justiça seja feita, que isso não fique impune. Porque assim como aconteceu com ela, pode ter acontecido com mais crianças, porque ela já estava lá há um ano", desabafa o pai da criança, que pediu para não ser identificado.

A professora foi demitida e presa preventivamente. O delegado que investiga o caso vai ouvi-la antes de decidir por qual crime ela será indiciada.

"Como pai, eu acho que é repulsivo, o que ela fez, qualquer pai ficaria consternado. E como delegado de polícia, numa visão mais técnica, eu acho que ficaria entre uma tortura, uma tentativa de homicídio, porque ela tentou asfixia", pondera Marcos Eduardo Pepe.

"Acho que qualquer um que faça isso, tenta sufocar, sabe que a pessoa não vai consegui respirar, ainda mais uma criança de tenra idade", completa.

Segundo, os pais a menina está traumatizada.

"Aparentemente ela está bem, assim, mas ela não quer entrar no carro porque ela acha que a gente vai botar ela na cadeirinha pra levar pra creche. Ela não quer mais saber de creche", diz a mãe, que também não quer mostrar o rosto.

 

G1 RS

Publicado em POLÍCIA

Foto: Reprodução

A professora Andrea Nicole Baber, de 29 anos, foi presa na última sexta-feira (15) sob a alegação de ter feito sexo com um de seus alunos. Segundo informações do jornal The News-Review , a mulher lecionava em uma escola cristã de Springfield, no estado americano do Oregon.

Baber é acusada de estupro por manter relações sexuais com um de seus alunos de 15 anos de idade. A polícia acredita que o "envolvimento" dos dois começou em 2016 e se manteve até o final deste ano, quando o marido dela flagrou os dois fazendo  sexo  no último dia 5 de dezembro.

A primeira denúncia do caso aconteceu após o pai do aluno em questão receber um e-mail anônimo, no qual era questionado se sabia que seu filho adolescente estava em um relacionamento com Baber. Em anexo, foram enviadas diversas fotos dos dois, juntos, em uma cama.

Ex- professora no colégio cristão Logos Christian Academy, a mulher foi presa sob as alegações de estupro de terceiro grau, sodomia de terceiro grau, contribuição para delinquência sexual de um menor de idade, corrupção sexual online de um menor e também por oferecer maconha para uma pessoa com menos de 18 anos.

Professora substituta

Esta não foi a primeira vez que escolas americanas se envolveram em escândalos sexuais. A professora Loryn Barclay, de 24 anos, por exemplo, foi presa em junho, acusada de transar com um de seus alunos . A americana trabalhava em uma escola em Monett, no Missouri, e agora enfrenta duas acusações referentes ao abuso sexual.

Segundo o portal The New York Post , o envolvimento de Barclay com um aluno de 17 anos começou a ser investigado em abril, quando o policial Jay Jastal, que trabalha no colégio Monett High School, recebeu informações de que os dois estariam envolvidos.

Depois de pagar a fiança de 25 mil dólares em Lawrence, ela foi liberada – mas ainda precisa pagar pelos 10 mil dólares que o governo estabeleceu, além de comparecer às audiências marcadas para o mês de julho.

Contratada na Monett High School em meados de setembro de 2016, Barclay trabalhava como professora substituta, mas, desde que foi descoberta fazendo sexo com um dos alunos, foi dispensada pela administração do colégio.

 

iG

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Foto: Reprodução

 

Um vídeo que tem circulado na internet durante esta semana acendeu discussões sobre os limites da educação sexual. Nas imagens, uma professora é vista simulando sexo oral em um aluno, enquanto ensina aos estudantes como colocar preservativo em um simulacro de órgão sexual masculino.

Os alunos, maiores de idade ao que tudo indica, parecem estar participando de um evento temático sobre saúde. A educadora pede que um dos estudantes segure um pênis de borracha e, com isso, ela faz a demonstração, seguida de risadas e aplausos do grupo. Ainda não há informações sobre o local onde as cenas foram gravadas, mas há suspeitas de tenha ocorrido em uma faculdade com cursos voltados para a área da sexologia.

Ao ser divulgado na internet, o vídeo causou discussões, principalmente depois que políticos o compartilharam em suas redes sociais. “Daqui a pouco isso vira matéria do Enem. Não é para rir, estou falando sério!”, escreveu o deputado federal Eduardo Bolsonaro. O também deputado federal Paulo Eduardo Martins comentou: “Imagine o que essa educadora entende por ‘escola integral'”.

 

Metrópoles

Publicado em POLÊMICA

Foto: Reprodução

Uma professora casada de Medellín, Colômbia, foi presa após acusações de que transava com alunos menores de idade e, em troca, dava notas boas a eles. O crime foi descoberto após um dos pais ter visto os textos e as imagens trocados entre ela e o filho. Ao perceber do que se tratava, denunciou a docente à polícia.

Segundo a emissora Canal 4, a professora utilizava uma tática para atrair os alunos, que tinham entre 16 e 17 anos. Nas redes sociais, ela adicionava os estudantes como amigos e, em seguida, pedia o telefone deles. Momentos depois, dizia que ia “ajudá-los com os estudos”.

Por meio do WhatsApp, a professora mandava fotos apenas de calcinha e sutiã ou biquíni. Algumas vezes, ela cobria as partes íntimas com as mãos ou bichinhos de pelúcia.

Após a denúncia, vários alunos resolveram falar sobre o caso e postaram a seguinte mensagem nas redes sociais: “Essa é a professora Yokasta. Ela nos disse que nos reprovaria se não tivéssemos relações com elas”. Além do texto, publicaram fotos da docente. Yokasta está presa, e o marido dela já pediu o divórcio. A escola não se pronunciou sobre o caso.

 

Metrópoles

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