Foto: Reprodução

Uma foto publicada no Facebook foi a chave para solucionar um crime no Canadá. Segundo reportagem da BBC, Cheyenne Rose Antoine, 21 anos, foi condenada na segunda-feira (15/1) a sete anos de prisão pelo assassinato de Brittney Gargol, 18, em março de 2015. Tudo isso, por um detalhe na imagem.

Estrangulada com um cinto, Brittney foi achada perto de um aterro em Saskatoon, na província de Saskatchewan. O objeto do crime, como a polícia descobriu, era o mesmo cinto que aparecia em uma selfie da suspeita, publicada no Facebook horas antes do assassinato.

Investigação

Cheyenne estava com Brittney na noite do crime. Segundo a polícia, a versão que a amiga da moça assassinada deu não batia. De acordo com a condenada, as duas tinham ido a vários bares antes de a vítima sair com um homem não identificado.

Os policiais, então, usaram postagens do Facebook para ajudar a reconstituir a movimentação das jovens na noite do crime. Foi aí que perceberam que a publicação de Cheyenne na linha do tempo da amiga na manhã seguinte era uma tentativa de enganá-los. No post, ela escreveu: “Cadê você? Não deu mais notícias. Espero que tenha chegado bem em casa”.

Condenação

Cheyenne foi, inicialmente, condenada por homicídio doloso (com intenção de matar). No entanto, ela se declarou culpada do crime, mas disse que não se lembrava de matar a amiga. De acordo com o depoimento, as duas estavam bêbadas e tinham fumado maconha quando começaram uma discussão.

Ao entrar com recurso, a jovem conseguiu reverter a condenação para homicídio culposo (sem intenção de matar) e cumprirá pena de sete anos de prisão.

Em um comunicado emitido por meio de seu advogado, Cheyenne se disse arrependida. “Eu nunca me perdoarei. Nada que eu diga ou faça trará ela de volta. Eu lamento muito, muito… Isso não deveria ter acontecido”, afirmou.

 

Metrópoles

Publicado em MUNDO

Foto: Reprodução

Que narcisistas amam se promover nas redes sociais e postar selfies, isso todo mundo que tem acesso à internet já sabe. A novidade é que, apesar de autocentrados, os narcisistas costumam curtir publicações egocêntricas de outros usuários viciados em selfies — e assim os egos se proliferam online.

O estudo que comprova esse ciclo de retroalimentação de egos foi realizado na Universidade Sejong, na Coreia do Sul, com 276 adultos recrutados online que usam Instagram. Primeiro, os pesquisadores, liderados pelo professor de marketing Seunga Venus Jin, separaram o joio do trigo. Ou melhor, os vaidosos do restante dos usuários. Para avaliar suas tendências narcisistas, os participantes tiveram que responder a uma série de perguntas e dizer o quanto eles concordavam com frases como “eu gosto de olhar para o meu corpo” e “eu realmente gosto de ser o centro das atenções”.

O resultado dessa etapa não foi nada surpreendente: aqueles que postavam selfies com maior frequência tiveram índices mais altos no teste de narcisismo. Você pode até tirar a teima no seu próprio Instagram: dê uma busca nos perfis dos seus amigos egocêntricos, as chances de ver várias fotos dos rostos deles são altas.

Na segunda parte da pesquisa, foi a vez dos voluntários (narcisistas e não narcisistas) darem suas opiniões sobre a percepção de outros usuários da rede e dizer o quanto concordavam com frases como “ela gosta de ser o centro das atenções” e “ela gosta de mostrar o corpo”. Além disso, também avaliaram o quanto de arrogância e autoconfiança viam naquelas publicações.

Os pesquisadores perceberam que os não narcisistas são menos adeptos a postar selfies e menos propensos a seguir perfis cheios de autorretratos. Além disso, eles também demostraram atitudes mais negativas a selfies e groupies (foto de um grupo de pessoas tirada como selfie) que a imagens neutras ou tiradas por pessoas que não aparecem na foto. Do lado narcisista da força aconteceu o contrário. Quem mais posta fotos de si mesmo têm mais tolerância a esse tipo de publicação e tende a seguir usuários que fazem o mesmo – o milagre da multiplicação da selfie.

“Descobrimos os efeitos do narcisismo e da popularidade em uma ampla base de resultados psicológicos e comportamentais. Esse estudo serve como base para futuras explicações sobre selfies e narcisismo, dando evidências às hipóteses que explicam a tolerância ao narcisismo”, disse o professor Venus ao site PsyPost.

A pesquisa foi publicada recentemente no periódico Computers in Human Behavior.

Narciso acha feio o que não é espelho – e, em tempos de redes sociais, o espelho dos outros Narcisos também entra na conta. Na próxima vez que você publicar uma selfie, preste atenção se grande parte dos likes não vêm de adeptos de selfie. Difícil vai ser encontrar uma quantidade significante de não-narcisistas nessa fábrica de egos chamada Instagram.

 

Superinteressante

Publicado em COMPORTAMENTO

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Duston Holloway, 23 anos, morador de Emory, Texas, Estados Unidos, teve uma das melhores reações ao ver a namorada dormindo com outro homem na cama do casal. Em vez de querer matá-los, como ocorre frequentemente, ou assustá-los, Duston preferiu fazer uma série de fotos, incluindo uma selfie, e rir de toda a situação.

O rapaz postou as fotos no próprio Facebook e escreveu: “Quando você volta para casa e encontra outro homem na sua cama com quem você ama! Bons homens merecem boas mulheres”. Logo em seguida, colocou um emoji com o símbolo de paz e amor.

Ainda de acordo com Duston, ele até chegou a mexer com a namorada para ver se ela acordava. “Ela estava muito bêbada e drogada. Eu ia perguntar se tinha que dormir no quarto de hóspedes e que tipo de café da manhã ele gostava”, brincou.

Ainda não há informações se a namorada, ou melhor, a ex, viu as fotos e qual foi a reação.

Metrópoles

Publicado em INUSITADO

Foto: Reprodução

Só no Instagram há o registro de mais de 320 milhões de selfies, retratos em que a pessoa aparece quase sempre sozinha, seja em casa, na rua, no trabalho, na academia, no metrô, no supermercado etc... Todas estas imagens são marcadas com a hashtag #selfie, o que mostra a necessidade de mostrar o tipo de imagem que se publicou na rede social. Há algum mal nisto? À primeira vista não, mas a verdade é que se trata do espelho mais fiel de uma "selfitis".

Por selfitis, escreve a "Forbes", entende-se o distúrbio mental causado pelo vício em tirar selfies e em publicá-las online, um desejo obsessivo compulsivo que tem como objetivo (inconsciente) de preencher uma lacuna na intimidade e de melhorar a própria auto-estima (melhoria essa que pode ficar seriamente comprometida quando os ‘likes’ não são tantos quanto os desejados).

De acordo com a Associação Americana de Psiquiatria, a selfitis é uma condição mental clínica reconhecida e são três as suas formas de expressão:

Selfitis boderline (como quem diz, na fronteira da doença) – As pessoas com este tipo de selfitis são aquelas que tiram até três selfies por dia, mas que não as publicam em redes sociais;

Selfitis aguda – Tirar pelo menos três selfies por dia e publicar uma delas online;

Selfitis crônica – Tirar várias selfies num só dia, sentindo necessidade de fazê-lo e de obter o melhor ângulo, e publicar mais de seis selfies por dia online.

A ciência tem analisado este ‘novo’ distúrbio mental e notou que a necessidade de tirar selfies está associada a uma competitividade digital, à necessidade de captar atenção e à carência de auto-confiança.

E o que é que as pessoas com selfitis ‘ganham’? Mais confiança, mais bem-estar consigo mesmas, mais à vontade no ambiente em que se encontram, melhores memórias dos momentos, melhor estatuto social, mais popularidade, mais auto-estima, entre outros sentimentos que classificam como positivos.

 

Notícias ao Minuto

Publicado em SAÚDE

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