Economia
Foto: USP

O cálculo, foi apresentado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), nesta sexta-feira (06). O valor é cinco vezes maior que o piso atual, de R$ 1.212, e seria o pagamento mínimo para sustentar uma família de quatro pessoas, considerando gastos com moradia, transporte, alimentação, saúde, educação, vestuário, higiene, lazer e previdência.

No mesmo mês no ano passado, era necessário que o salário mínimo fosse de R$ 5.330,69, um aumento de R$ 1.423,64. Os cálculos do Dieese se baseiam no preço da cesta básica mais cara do país, que em abril foi em São Paulo. Na capital paulista, a cesta custa R$ 803,99, valor que em Porto Alegre, uma das três maiores altas no mês, é de R$ 780,86, uma variação mensal de 6,34%, e que representa 69,65% do salário mínimo. Logo, uma pessoa moradora na capital gaúcha que ganha o salário mínimo tem que trabalhar 141 horas e 44 minutos para comprar os produtos essenciais.

O Departamento também informou que o valor da cesta básica aumentou em todas as capitais pesquisadas pelo instituto pelo segundo mês consecutivo. As maiores altas foram em Campo Grande, Porto Alegre e Florianópolis, enquanto a menor foi em João Pessoa. Produtos como óleo de soja, pão francês e leite integral subiram em todas as cidades pesquisadas.

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Guaíba / Planalto News