Polícia
Foto: Arquivo Pessoal

O resultado do trabalho pericial foi decisivo para a prisão dos suspeitos de matar o casal desaparecido em Cachoeirinha. Os mandados de prisão preventiva contra a filha e o neto do idoso, Rubem Heger, de 85 anos, foram cumpridos na tarde desta sexta-feira (6) em Canoas. Heger e a esposa, Marlene Heger Stafft, 53 anos, ainda não foram encontrados.

De acordo com o Instituto-Geral de Perícias (IGP), o sangue que confirmou a identidade do idoso estava na parede de uma peça anexa à casa dos fundos do casal. Na área de serviço, também foi encontrado vestígios de sangue em uma camiseta infantil.

A peça, no entanto, ainda passa por análise pericial genética. Em março, os peritos coletaram 23 vestígios nos dois imóveis e na área externa do terreno onde moravam Rubem e Marlene. Os materiais passaram por análise laboratorial na Divisão de Genética Forense, onde primeiro foram feitos testes para identificar se o material coletado era sangue humano.

Por fim, uma segunda análise apontou que o perfil genético encontrado pertencia ao idoso. O veículo da filha de Rubem também chegou a ser periciado em abril, mas foi descartada a hipótese de haver indícios de sangue. A Divisão de Química Forense, do Departamento de Perícias Laboratoriais do IGP, examinou restos de comida e uma seringa encontrada na casa, mas não foram encontradas substâncias tóxicas.

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