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Foto: Mauro Schaeffer

Há clássicos e clássicos, o Gre-Nal histórico da Libertadores foi um jogo cheio de alternativas, marcado pela sombra do coronavírus, mas também teve confusão e um final melancólico com oito jogadores de cada lado. No fim, o zero a zero ficou a cargo das traves, já que ambos os times viram oportunidades barradas por ela. O resultado também manteve Inter e Grêmio na liderança do grupo, com quatro pontos, à frente do lanterna Universidad Católica e do América de Cali, que agora tem três.

Este era, por si só, um Gre-Nal diferente, e era possível sentir isso na atmosfera ao ver a Arena com mais de 53 mil torcedores. Histórico, por ser o primeiro realizado em mais de 60 anos de Libertadores. Depois, pela circunstância atípica fora de campo. O coronavírus, que começou do outro lado do mundo, chegou à América do Sul e está adiando o futebol no continente.

Em um dos últimos jogos pela Libertadores antes da paralisação, quis o destino que o personagem não estivesse entre os 22 jogadores que iniciaram a partida, ou aqueles que, até aclamados ao entrar, pudessem fazer algo diferente. O Inter parou duas vezes no pé da trave esquerda de Vanderlei. O Grêmio, esbarrou no travessão com Lucas Silva e com Pepê.

Como a terceira rodada da competição está adiada. Pelo Campeonato Gaúcho, o Grêmio volta a campo no domingo, às 11h, para enfrentar o São Luiz, na Arena. Já o Inter tem jogo marcado contra o São José, no Passo D’Areia, domingo, às 19h.

Correio do Povo