O caso que gerou forte repercussão regional em 2025, em Jaboticaba, segue em andamento na Justiça e volta a mobilizar discussões sobre proteção familiar e responsabilização penal. Preso preventivamente há mais de seis meses, um agricultor acusado de matar o homem que teria abusado sexualmente de sua filha adolescente busca responder ao processo em liberdade.
O réu está detido no Presídio Estadual de Palmeira das Missões desde outubro do ano passado. Mesmo após o depoimento da filha confirmando o abuso, o Judiciário decidiu encaminhar o caso ao Tribunal do Júri, atendendo pedido do Ministério Público. O processo tramita na Comarca de Rodeio Bonito.
A defesa recorreu da decisão e aguarda análise do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, além de um habeas corpus ainda sem data para julgamento. Até o momento, os pedidos de liberdade foram negados. O advogado Gelson Fassina sustenta que a prisão preventiva não se justifica, argumentando que o acusado é primário e teria agido motivado pela proteção da família.
Enquanto o processo segue sem definição de julgamento, familiares relatam impactos emocionais e financeiros. A filha passa por tratamento psiquiátrico, e a esposa afirma enfrentar dificuldades para manter a rotina e o sustento da casa. O acusado também se manifestou, dizendo confiar na Justiça e expressando preocupação com a situação da família.
Jornal O Alto Uruguai
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