Um homem chegou a ser condenado a 61 anos de prisão por um crime de estupro ocorrido no Paraná, em 2022, mas conseguiu comprovar que era inocente após procurar a Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul (DPE/RS). A investigação revelou que ele havia sido confundido com o verdadeiro autor do crime, que possuía nome semelhante. O morador de Gramado, natural do Paraná, vive no Rio Grande do Sul desde 2001 e afirmou nunca ter estado no município onde o crime ocorreu, além de não conhecer os envolvidos no caso.
Após cinco meses de atuação da Defensoria Pública e de apuração conduzida pela Justiça do Paraná, ficou comprovado que houve uma confusão na identificação do acusado. Com isso, o nome do homem foi excluído do processo, e ele foi oficialmente informado da decisão na quinta-feira (5).
Segundo o defensor público Igor Menini da Silva, o caso evidencia a importância da atuação da Defensoria Pública para garantir a correção de erros judiciais. Conforme ele, sem a atuação da instituição no acolhimento e na defesa do assistido, seria difícil corrigir a falha e contribuir para o aperfeiçoamento da Justiça.
SB News | Com informações da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul
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