Polícia
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Nesta quinta-feira, 28, em entrevista ao SBT RS, o diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), delegado Joerberth Nunes trouxe informações referentes as investigações da morte do menino Rafael Mateus Winques, 11 anos, morto pela mãe em Planalto.

Conforme o delegado, o adolescente, de 17 anos, meio irmão de Rafael será ouvido e poderá ser testemunha no caso. A possibilidade da realização de uma reconstituição do crime também está sendo estudada. Novas diligências estão sendo realizadas e a polícia investiga se Alexandra agiu sozinha ou teve participação de mais pessoas.

Um relatório da perícia indicou esganadura, ou seja, o menino foi enforcado por asfixia mecânica. O diagnóstico derrubou a versão da mãe da criança, que confessou o crime em depoimento à polícia na última segunda-feira. Alexandra Dougokenski havia dito que o filho faleceu por ingestão de um medicamento, pois estava inquieto e nervoso.

O apresentador André Haar perguntou se o passado de Alexandra está sendo investigado, pois o primeiro marido de Alexandra foi morto por asfixia mecânica, mesma causa de Rafael.

O Delegado respondeu, – Na verdade, a Polícia Civil já tem cópia desse procedimento policial que apurou a morte do primeiro marido da Alexandra. Que foi realmente por enforcamento, e esse inquérito já foram pra justiça e foi arquivado. – Nós estamos analisando os termos do inquérito, mas o que parece realmente é um caso isolado, e que não teria nenhum elemento novo.

O delegado ainda disse que a Polícia Civil deslocou uma equipe do departamento de homicídios de Porto Alegre com um delegado e três policiais que são altamente especializados em delitos contra a vida. Eles estão tendo outra visão do inquérito e novos dados poderão ser extraídos. Mas tudo isso dependerá de analises para saber se a investigação avançará ou não.

In Foco RS