Saúde
Foto: Divulgação

A adolescente Maria Isabela Budske, de 13 anos, moradora de Jaraguá do Sul (SC), enfrenta uma batalha contra o linfoma de Hodgkin e depende do medicamento brentuximabe vedotina, uma imunoterapia de alto custo, avaliada em cerca de R$ 38 mil por dose.

Após a falta de resposta aos tratamentos anteriores, incluindo um transplante de medula óssea, a família obteve na Justiça Federal uma liminar determinando que a União fornecesse o medicamento. No entanto, a Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da decisão, e um desembargador suspendeu temporariamente a liminar, interrompendo o fornecimento do remédio enquanto o processo segue em análise.

Segundo a família, a próxima dose precisa ser aplicada até 19 de agosto de 2026. Diante da urgência, foi retomada uma campanha de arrecadação para tentar garantir a continuidade do tratamento.

O caso reacende o debate sobre a judicialização da saúde no Brasil, envolvendo a necessidade de pacientes que dependem de medicamentos de alto custo e os critérios adotados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para sua disponibilização.

Diário 360

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