A Organização Mundial de Saúde (OMS) monitora o avanço de um possível surto de Hantavírus a partir de um cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlâtico. A entidade confirmou que a cepa registrada – Andes – é do tipo transmissível entre humanos e atualizou os comunicados sobre os sintomas e modos de transmissão.
Sintomas iniciais do Hantavírus
Conforme a OMS e o Ministério da Saúde do Brasil, o Hantavírus se manifesta da seguinte maneira em sua fase inicial:
- Febre;
- Dor nas articulações;
- Dor de cabeça;
- Dor lombar;
- Dor abdominal;
- Sintomas gastrointestinais.
Fase cardiopulmonar e transmissão
Na fase cardiopulmonar, quando os sintomas se avançam, os sintomas são:
- Febre;
- Dificuldade de respirar;
- Respiração acelerada;
- Aceleração dos batimentos cardíacos;
- Tosse seca;
- Pressão baixa.
Transmissão
No geral, o Hantavírus é transmitido pela interação de humanos com as secreções de roedores. No caso da cepa Andes, a transmissão pode ocorrer quando se tem um contato prolongado e próximo com alguém que está infectado.
A OMS explica que a fase inicial é quando o vírus teria maior capacidade de ser transmitido entre humanos e normalmente as transmissões ocorrem entre familiares ou parceiros. O Ministério da Saúde alerta que o período de transmissibilidade do hantavírus no homem é desconhecido. O período de incubação do vírus, ou seja, o período que os primeiros sintomas começam a aparecer a partir da infecção, é, em média, de 1 a 5 semanas, com variação de 3 a 60 dias.
Tratamento disponível
Não existe tratamento antiviral específico ou vacina licenciada para a infecção por Hantavírus. O tratamento é de suporte e concentra-se no monitoramento clínico rigoroso e no controle das complicações respiratórias, cardíacas e renais.
O acesso precoce à terapia intensiva, quando clinicamente indicado, melhora os resultados, principalmente para pacientes com síndrome cardiopulmonar por Hantavírus.
Correio do Povo
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