Segurança
Foto: Arquivo Peesoal e Fabiano Minatto/EPTV

O menino Brenno Fernandes Girdziauckas, de 4 anos, que sobreviveu a queda do 10º andar de um prédio no Centro de Ribeirão Preto (SP), foi desintubado e já respira sem a ajuda de aparelhos, informou nesta sexta-feira (2).

Segundo o pai da criança, Carlos Daniel Fernandes, apesar de ainda estar sedado, o filho tem apresentado uma boa evolução.

“Acabaram de desentubar o Brenno. Agora respirando sozinho. Mas continua sedado e evoluindo indo bem. Hoje o padre Capelão Josirlei Aparecido da Silva esteve aqui no HC e fez uma linda oração para todos na CTI”, informou Fernandes, em uma mensagem enviada à imprensa.

Internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas (HC-UE), Brenno já vinha apresentado melhoras anteriormente, com a retirada gradativa da sedação, além de não precisar mais de bolsas de sangue.

No fim do ano, ele passou pela segunda cirurgia por causa do politraumatismo que sofreu na queda, com fraturas nos dois fêmures e em um dos pés.

Queda do 10º andar

O acidente aconteceu no dia 27 de dezembro por volta das 15h30, quando Brenno, que é autista não verbal, teve acesso à janela do banheiro do apartamento.

À polícia, a mãe de Brenno, que é psicóloga, informou que estava com o marido próximo ao quarto quando escutou um barulho e foi até o banheiro, achando que o filho estava lá. Ao perceber que o cômodo estava vazio, ela associou que o menino tinha caído pela janela, que não contava com grade de proteção.

A mãe correu até o térreo do edifício, onde encontrou a criança já no solo da área comum do condomínio, ainda consciente, mas com graves lesões nas pernas.

A irmã de Brenno acionou o Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu), que fez os procedimentos de urgência e o encaminhou à Unidade de Emergência do HC, perto do prédio.

De acordo com a polícia, a criança pode ter tido a queda amortecida após se chocar contra uma janela de vidro no 8º andar e um corrimão antes de chegar ao solo.

O caso foi registrado na Polícia Civil como queda acidental. Foram solicitados exames ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal ( ML) para auxiliar no esclarecimento das circunstâncias dos fatos.

G1 SP

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