Comportamento
Visão do nascer do sol da varanda do Fairmont Hotel, em Copacabana. Foto: ROMULO FIALDINI / Divulgação

Este domingo era para ser um daqueles de confusão para muita gente que sempre se perdia com os relógios voltando ao normal com o fim do horário de verão. No entanto, com a decisão do presidente Jair Bolsonaro de acabar com o sistema que funcionava desde 1985, não houve relógios adiantados em uma hora no Brasil dessa vez.

O fim do horário especial, que fazia as manhãs mais escuras e as tardes mais longas de outubro a fevereiro nos estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, dividiu opiniões entre os seus fãs e detratores de sempre, mas também levantou temores entre empresários que dirigem negócios ligados à estação. Consumidores mudaram de hábito, mas houve perdas e ganhos em diferentes segmentos.

Quem trabalha nas praias do Rio sentiu queda no faturamento com menos uma hora de sol no fim do dia. Por outro lado, academias de ginástica, shoppings e cinemas registraram movimento maior que nos verões passados. Os bares de São Paulo amargaram queda no faturamento, enquanto clubes sociais e esportivos tiveram menos visitas.

O Globo