Foto: Inmet
Os gaúchos sentiram uma leve redução nos termômetros nesta quinta-feira (27). O alívio, no entanto, durará pouco. O Rio Grande do Sul vai encarar mais um período de temperatura bastante elevada nos próximos dias.
Mapas divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram a tendência de intensificação do calor, corroborando para a previsão de uma nova onda de calor atuando sobre o Estado. O fenômeno meteorológico poderá ser observado ainda no final de semana ou no início da próxima.
— Teremos uma sequência de dias com temperaturas muito altas, podendo se aproximar ou ultrapassar os 40ºC. Essa é a diferença com relação às ondas de calor anteriores — explica Glauco Freitas, meteorologista do Inmet.
Para a Climatempo, a onda de calor se inicia na sexta-feira (28) e está prevista para durar, pelo menos, até a quarta-feira (05). Não se descarta a possibilidade de se estender até o dia 10 de março.
Conforme mostra o modelo meteorológico COSMO (Consórcio para Modelagem em Pequena Escala, na sigla em português), um dos utilizados pelo Inmet, as áreas que devem registrar temperatura máxima mais alta são a região metropolitana de Porto Alegre, os vales do Rio Pardo e do Taquari, além da faixa central, norte e todo o oeste do território gaúcho.
Nessas áreas, a elevação pode ser de 5ºC a 7ºC acima da média. As demais, como extremo sul, parte da serra e do nordeste do Rio Grande do Sul, devem ficar na condição de calor intenso, entre 3ºC e 5ºC além do esperado para essa época do ano.
— Vai ser um início de março bem quente. Esse calor deve se fazer presente durante quase toda essa primeira quinzena do mês. A condição será de temperatura acima da normalidade — adiciona Guilherme Borges, meteorologista da Climatempo.
As imagens do modelo meteorológico COSMO fazem referência à previsão de temperatura máxima que deve ser registrada às 15h (18h UTC), dos dias 28/02, 01/03, 02/03, 03/03, 04/03 e 05/03. Quanto mais intensa a cor em vermelho, maior deve ser a temperatura.
É importante destacar que as imagens foram captadas nesta quinta-feira (27) e os modelos meteorológicos podem sofrer alterações de um dia para o outro.
O meteorologista Guilherme Borges afirma que o novo fenômeno será influenciado pelo encontro de dois sistemas de alta pressão, um que está atuando sobre o continente, e outro que se aproxima do oceano em direção à América do Sul, chamado de Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS). Aliada a isso, há a alta incidência solar, característica da estação.
Esses dois sistemas localizados na atmosfera estimulam a circulação de ventos no sentido anti-horário e intensificam a movimentação do ar de cima para baixo.
Essa condição impede que nuvens se formem com facilidade e favorece a condição de céu aberto. Eles também fazem com que a massa de ar quente fique concentrada próxima à superfície e dificultam a entrada de frentes mais frias.
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